Com o alto preço do combustível golpeando companhias aéreas em todo o mundo, energia alternativa para a aviação comercial pode ser a solução em um futuro próximo.
A ASTM International - organismo americano de normatização técnica para materiais, produtos, sistemas e produtos – deve votar nos próximos meses a certificação de um combustível Hidrotratável Renovável para Jatos (HRJ).
Testes em laboratório e no ar conduzidos pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos revelaram que o HRJ pode ser processado a partir de diferentes tipos de matéria-prima – desde ervas daninhas até gordura animal – para produzir um combustível quimicamente idêntico ao querosene, derivado do petróleo, atualmente usado na aviação.
“Sabemos que é viável e seguro”, disse Lourdes Maurice, diretora do departamento de energia e meio-ambiente do U.S. Federal Aviation Administration (FAA) – órgão regulador da aviação civil nos Estados Unidos. “O trabalho e os obstáculos que encontramos mostram que a direção a ser tomada é reduzir a emissão de gases do efeito estufa e, no âmbito de distribuição, garantir a disponibilidade de produto”.
Tais desafios logísticos irão determinar o número de passageiros do transporte aéreo mundial que irão voar com biocombustível, e também em qual velocidade. Mas, não há duvida de que as oscilações no mercado mundial de óleo cru deste ano levaram empresas de aviação e seus passageiros a repensar sobre o fardo da dependência do petróleo e seu impacto sobre o custo das viagens aéreas.
Preços nas alturas
Agitações no Oriente Médio, principalmente na Líbia, grande produtora de petróleo, ajudaram a elevar o preço do petróleo no mundo a níveis nunca vistos deste o pico histórico de 2008 – entretanto, muitas vezes a pressão é ainda pior para o combustível de aviação. Quando as refinarias estão sobrecarregadas, a produção de querosene para aviação é diminuída em favor de produtos mais lucrativos – como o diesel – que agora têm maior demanda no mercado de transporte por caminhões com o início da recuperação da economia. O terremoto e o tsunami que atingiram o Japão em março, causando a interrupção de três grandes refinarias, também levaram à uma queda na oferta de combustível aéreo do mercado.
Como resultado, o preço do querosene de aviação subiu quase 50% em relação ao ano passado, 30% somente em 2011. No primeiro trimestre deste ano, a compra de combustível de aviação representou 33% dos gastos das principais empresas aéreas americanas, superando custos trabalhistas (25%) – que era a maior fonte de despesas do segmento.
Cada centavo aumentado no custo do combustível aéreo representa uma diferença de 175 milhões de dólares no lucro final destas empresas, segundo John Heimlich, economista chefe da Air Transport Association, grupo representante das empresas aéreas americanas. Então, quando há um aumento de 1 dólar no preço do querosene, como aconteceu no ano passado, as empresas aéreas sofrem um aumento de 17,5 bilhões de dólares em seus gastos.
O resultado são perdas e quedas nos lucros, mesmo com o aumento na receita de passageiros observado neste ano. As companhias aéreas reagiram com planos de inativar aeronaves mais antigas e menos eficientes nos próximos meses, considerando também a possibilidade de corte de serviços.
Mas, até o momento, a primeira atitude tomada foi de repassar tais custos. A ATA informa que o preço médio por milha voada paga pelos passageiros subiu 11.5% no último ano, para 16,75 centavos de dólar, e aumentos adicionais são esperados. “A forma encontrada pelas companhias aéreas para enxugar custos foi tentando buscar a ajuda dos passageiros para compensar os custos mais altos do negócio. Se isto não der certo, elas terão de reduzir os gastos”, disse Heimlich.
Selo de aprovação
Mas, a aviação está tomando um passo importante ao se libertar da dependência do petróleo
através do biocombustível.
O etanol, derivado de grãos ou da cana de açúcar geralmente usado em automóveis, não funcionaria para a aviação, pelo menos com os motores de jatos de hoje, devido à baixa densidade de energia deste combustível.
Porém, diversas empresas start-up em todo o mundo vêm trabalhando com um combustível bem diferente, derivado de óleos extraídos de plantas ou gordura animal. Tais óleos são tratados com hidrogênio para produzir o HRJ, querosene sintético quimicamente semelhante àquele usada na aviação. Somente o processo por datação de carbono poderia revelar que o mesmo não é feito de combustíveis fósseis.
De acordo com a multinacional UOP Honeywell, empresa de desenvolvimento e fornecimento de tecnologia do setor petroquímico e líder em licenciamento de tecnologia HRJ, um dos benefícios do processo é a flexibilidade de matéria prima.
Empresas vêm produzindo HRJ com as sementes oleosas da camelina, da mesma família da mostarda, e também da planta jatropha. Resíduos animais e algas também são considerados prováveis fontes abundantes de óleo.
Empresas start-up estão se esforçando para mostrar que podem produzir biocombustível para aviação a partir de fontes não-comestíveis, evitando, assim, a concorrência dos alimentos – uma das principais críticas ao ethanol originário do milho – e prevenindo a redução de áreas dedicadas à agricultura e florestas.
Assegurar que o combustível alternativo realmente reduza as emissões de dióxido de carbono será crucial para ganhar a aceitação pública. Outro combustível sintético recebeu a certificação para uso na aviação em 2009, mas esta alternativa – produzida através do processo Fischer-Tropsch (F-T), desenvolvido na Alemanha antes da Segunda Guerra – geralmente depende de combustíveis fósseis como matéria-prima. A biomassa também pode ser utilizada para produzir combustível F-T, mas, além de caro, o processo exige muita energia.
É por isso que o mundo da aviação está aguardando a aprovação do HRJ, já que os custos previstos das instalações de processamento são bem mais baixos.
Certamente debates irão surgir acerca do impacto do uso da terra com diversos tipos de matéria-prima. Outra questão será comprovar qual biocombustivel seria mais sustentável ao meio ambiente.
Mas, tal discussão não pode realmente decolar até a certeza de que o HRJ poderá ser usado na aviação comercial. Por isso a votação da certificação pela ASTM nos próximos meses é de extrema importância. As normas de aviação em todo o mundo necessitam desta certificação antes de utilizar HRJ em vôos para o transporte de passageiros.
Um comitê formado por especialistas em combustíveis se reunirá em junho para analisar o HRJ e, se votarem em favor de sua aprovação – como é esperado – a questão será então votada pelo ASTM.
O comitê de combustíveis do ASTM levou o HRJ à consideração em dezembro, mas membros representantes de fabricantes de motores apresentaram preocupações em relação a alguns resultados dos testes.
Uma nova bateria de testes realizada no início deste ano mostrou que o problema previamente encontrado era proveniente de contaminação nas amostras utilizadas. No início deste mês, durante uma reunião de especialistas em aviação técnica, as mesmas empresas que haviam manifestaram preocupações indicaram estar agora preparadas para votar pela certificação, disse Jim Rekoske, vice-presidente e diretor geral do departamento de energia renovável da UOP.
A Iniciativa de Combustíveis Alternativos para Aviação – organismo americano que representa companhias aéreas, aeroportos, outras empresas do segmento da aviação e o governo – prevêem o mesmo calendário.
Segundo Rekoske, somente com a certificação em vigor empresas poderão construir bio-refinarias capazes de produzir quantidade suficiente de combustível de aviação renovável. “Como investidor, é difícil assumir um projeto para a produção de um tipo de combustível que não tem certificação de uso. Muitos projetos estão na prateleira, aguardando pela certificação – quando poderão realmente oferecer possibilidades de lucro”.
Após a certificação, Rekoske diz que espera que as companhias aéreas entrem em disputa para ver quem será primeira a oferecer vôos com biocombustível. A Lufthansa, por exemplo, já tem planos de realizar testes com um Airbus A321 em vôos comerciais na rota Hamburgo-Frankfurt. A brasileira TAM também já planejou vôos “verdes” na ponte aérea São Paulo - Rio de Janeiro.
A logística de levar combustível alternativo para o ar na verdade pode ser mais simples do que o desafio de colocá-lo nas estradas. Nos Estados Unidos, o abastecimento de 90% de toda a aviação comercial é realizado em apenas 40 aeroportos, informa a FAA.
Demanda militar
Alguns dos mais importantes vôos de teste que ajudaram provar a viabilidade do HRJ foram conduzidos por um dos maiores consumidores de combustível aéreo do mundo, o Pentágono.
No teste mais recente, realizado em março, uma aeronave F-22 Raptor, da Força Aérea americana, realizou com sucesso um vôo em velocidade supersônica partindo da Edwards Air Force Base, na Califórnia, com uma mistura 50-50 de HRJ e combustível aéreo derivado do petróleo.
Fonte: IG
terça-feira, 14 de junho de 2011
Gordura animal: em breve nos tanques de jatos
sexta-feira, 27 de maio de 2011
FAB: Aeronáutica recebe visita de parlamentares para conhecer a estrutura de defesa e controle
A defesa aérea brasileira e o controle de tráfego aéreo estiveram entre os temas tratados, nesta quinta-feira (26/05), na visita da comitiva de parlamentares e assessores ao Comando de Defesa Aeroespacial (COMDABRA) e ao Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo (CINDACTA I), em Brasília (DF). O objetivo da visita foi apresentar aos parlamentares informações acerca do trabalho desenvolvido pelas organizações militares do Comando da Aeronáutica.
No COMDABRA, os parlamentares entenderam como funciona a defesa aérea e a proteção das fronteiras do país. Foram explicados quais são os meios que a Força Aérea Brasileira utiliza para coibir o tráfego ilícito de aeronaves e a importância da ações combinadas entre a instituição e as autoridades competentes no combate desses tráfegos.
O deputado federal Lázaro Botelho destacou como positiva a atuação da FAB na defesa do espaço aéreo. Já o deputado Eduardo Azeredo ressaltou ações do Congresso que beneficiaram o aperfeiçoamento da defesa, como a Lei do Tiro de Destruição.
“Eu pude conhecer a estrutura do controle de tráfego aéreo durante a visita. A segurança nacional e dos passageiros, a necessidade da tecnologia adequada, o número de profissionais e o orçamento são questões que cabem ao Congresso”, explicou Azeredo.
A comitiva conheceu de perto, ainda, o trabalho desenvolvido pela organização militar e pelos controladores de voo no Centro de Operações Militares I e no Centro de Controle de Área do CINDACTA I. Os visitantes tiraram dúvidas sobre a atuação da FAB na defesa aeroespacial durante as reuniões de Chefes de Estado e em grandes eventos, entre eles, a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
“O que mais me impressionou foi a integração do nosso sistema de proteção do espaço aéreo com o sistema de defesa militar. Precisamos apoiar mais a nossa estrutura aeronáutica”, disse o senador Randolfe Rodrigues.
Fonte: FAB (Agência Força Aérea)
quarta-feira, 25 de maio de 2011
FAB: Exercício conjunto reúne Exército, Marinha e Aeronáutica na Amazônia
Uma operação conjunta entre a Marinha, o Exército e a Força Aérea mobiliza, até 3 de Junho, aproximadamente 4,5 mil militares em um importante exercício de simulação de guerra na Amazônia. Batizada de Operação Conjunta Amazônia 2011, a iniciativa visa manter a capacidade operativa das tropas na região, além de prestar apoio às comunidades ribeirinhas por meio de ações cívico-sociais.
Leia mais no site da operação
Este é o nono exercício desse porte realizado na Região Amazônica desde 2002 com o objetivo de aprimorar o adestramento das três Forças para atuar, de forma coordenada e eficaz, em conflitos convencionais no ambiente de selva.
Segundo o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, General de Exército José Carlos De Nardi, manobras dessa natureza ajudam os militares a desenvolver novos métodos na área de logística e comunicações, bem como sedimentar doutrinas operacionais vitais para o emprego das Forças Armadas.
Este ano a operação conjunta será desenvolvida em uma área de aproximadamente 800 mil quilômetros quadrados, abrangendo os municípios de Manaus, São Gabriel da Cachoeira, Tefé, Coari, Japurá, Fonte Boa, Jutaí e Yauaretê.
Estima-se que pelo menos 2 mil pessoas serão atendidas nas ações cívico-sociais promovidas, que servirão para fortalecer a presença do Estado e das Forças Armadas na região. Essas ações levarão atendimento médico e odontológico à população de localidades isoladas como Fonte Boa, Japurá e Yauaretê. Serão empregados navios hospitais da Marinha, além de militares dos corpos de saúde do Exército e da FAB, que atuarão utilizando a estrutura de saúde dos municípios envolvidos.
De acordo com o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, órgão encarregado de planejar o emprego conjunto das Forças, as atividades relacionadas à Operação Amazônia começaram oito meses antes do início do deslocamento das tropas. Esse planejamento envolve o desenho de cenários de guerra e conflitos na Região Amazônica, bem como o emprego eficaz das Forças em forma integrada com outros órgãos federais e estaduais que atuam na região.
Além da operação na Amazônia, o Estado-Maior Conjunto planeja exercícios em outras regiões do país. Estão programadas para acontecer, até dezembro de 2011, operações conjuntas de intensificação da área de fronteira nas regiões Norte, Sul e Centro-Oeste.
Neste ano as atividades da Operação Amazônia poderão ser acompanhadas a partir de 23 de Maio pelo sitewww.amazonia.defesa.mil.br.
Fonte: FAB / Ministério da Defesa
FAB: IEAv prepara-se para a realização de testes hipersônicos com motor "scramjet"
Desde o início de Maio um dos módulos do motor “scramjet”, primeiro a ser desenvolvido no Brasil (medindo cerca de 1,0m de comprimento), está em fase de instalação na seção de teste do Túnel de Choque Hipersônico T3 do IEAv, possibilitando simular as condições de pressão e temperatura assim como a velocidade correspondente ao voo real do Veículo Hipersônico Aeroespacial 14-X.
Atualmente estão sendo instalados a instrumentação e os equipamentos que irão compor o módulo do motor “scramjet” para ensaio em túnel de choque hipersônico, tais como suporte de fixação, transdutores de pressão, janelas de visualização, tanque de combustível (gás hidrogênio), cabeamento e ignitor.
O ignitor (tocha de plasma em desenvolvimento pela empresa turbotronics) possibilitará a manutenção da combustão do combustível com o Oxigênio no motor “scramjet”, seja nos ensaios como durante o voo atmosférico.
Fonte: FAB / IEAV
terça-feira, 24 de maio de 2011
FAB: Videos de missões passam a ser produzidos em alta definição
Os vídeos da Força Aérea Brasileira começam a ser produzidos com o que há de mais moderno em termos de tecnologia da imagem. A aplicação dos equipamentos inaugura uma nova etapa na forma de gravar a atuação dos militares da Aeronáutica.
Desde o mês de abril, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) registra as missões da FAB com câmeras Full HD (sigla em inglês que significa alta definição máxima). O formato é o que, atualmente, permite a melhor qualidade na captação de imagens. A chegada dos equipamentos possibilita à FAB o acesso ao que há de mais avançado em termos de tecnologia da imagem. Com as câmeras Full HD, será possível ver nossos militares com mais nitidez, nossos voos com mais definição e nossas missões com um melhor detalhamento da imagem.
As primeiras missões registradas nesse novo formato foram o exercício Urubra e a solenidade em comemoração ao Dia da Aviação de Caça, ocorridas no mês passado.
O vídeo do dia da aviação de caça traz imagens da cerimônia, destacando a homenagem prestada pela empresa Azul Linhas Aéreas aos integrantes do 1º Grupo de Aviação de Caça que combateram na 2ª Guerra Mundial. Também estão incluídas entrevista com o veterano combatente, Major Brigadeiro do Ar José Rebelo Meira de Vasconcelos, e imagens do sobrevoo de aeronaves de caça, que realizaram demonstração de emprego de armamento real.
Fonte: FAB / CECOMSAER
FAB: Aeronáutica apresenta em Brasília estrutura de comunicação integrada
O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) promoveu na quinta-feira (19/5) um encontro com jornalistas de veículos impressos e eletrônicos, incluindo mídia especializada em assuntos de defesa.
Os profissionais conheceram a estrutura de comunicação integrada da FAB, que conta com profissionais de jornalismo, publicidade e relações públicas. “O nosso objetivo é garantir agilidade e transparência nos assuntos relativos à instituição”, explicou o Chefe do Centro, Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno
A nova estrutura do CECOMSAER é composta pela Divisão de Comunicação Integrada, que inclui jornalistas, publicitários e relações públicas. A Divisão de Comunicação Coorporativa será responsável pelo planejamento, capacitação dos profissionais, além de coordenar os elos de comunicação em todo país. Já a Divisão de Apoio à Comunicação irá viabilizar o trabalho das duas outras divisões por meio da infraestrutura e logística.
No encontro, foram apresentados aos jornalistas os principais veículos de comunicação da FAB, como a Revista Aerovisão, o Portal e a Rádio Força Aérea FM. Além disso, o CECOMSAER inseriu a FAB na era das mídias sociais.
O jornalista Kaiser Konrad, da revista Tecnologia & Defesa, presente à reunião, lembrou que o primeiro estágio dele como jornalista ocorreu em uma operação militar. Isso, segundo ele, definiu a escolha pela mídia especializada em defesa. Ouça aqui
Fonte: FAB (Agência Força Aérea)
quinta-feira, 19 de maio de 2011
FX-2: Dilma diz a sueco que compra de caças ficou para 2012
O adiamento da compra dos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) foi um dos temas da conversa de cerca de uma hora, no Palácio do Planalto, entre a presidente Dilma Rousseff e o primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt, que está em visita oficial ao País. Reinfeldt defendeu o modelo sueco e a presidente Dilma explicou que este é um ano de contenção de despesas e que, por isso, a definição da compra dos caças ficou para 2012. Na conversa, Dilma disse que os três projetos estudados pelo governo brasileiro têm problemas, cada um com suas especificidades. O caça sueco Gripen, por exemplo, ainda não saiu do papel.
Na declaração conjunta de Dilma e Reinfeldt, no entanto, este tema não foi tratado. Em sua declaração à imprensa, ao lado do primeiro-ministro da Suécia, a presidente preferiu falar sobre o desejo de o Brasil se desenvolver de forma competitiva, inovadora, sustentável e com ênfase no bem estar de seu povo. Dilma também citou as relações e os negócios entre Brasil e Suécia.
Dilma defendeu a necessidade de maior eficiência e legitimidade de instituições multilaterais como o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial, o Conselho de Segurança das Nações Unidas e o conselho de direitos humanos da ONU. Ela pediu ainda apoio à indicação do ex-ministro José Graziano para a direção da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). "O candidato brasileiro reúne as mais sólidas credenciais para assumir este importante cargo", disse Dilma, ao explicar ao primeiro-ministro sueco a indicação de Grazianno.
A presidente também informou ao primeiro-ministro a posição Brasil em relação aos conflitos no Oriente Médio e na África. "O Brasil espera que a comunidade internacional ajude os países da região, por meio do diálogo e da negociação, com respeito à soberania nacional, às liberdades civis e aos direitos humanos e sendo necessário observar estritamente o mandato da ONU", declarou. "Não se pode postergar uma solução negociada em todos os rincões do mundo."
Fonte: Aviação Notícias
segunda-feira, 16 de maio de 2011
FAB faz buscas por avião de pequeno porte que caiu no Pará
Duas aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) iniciaram, neste domingo (15), as buscas por um avião de pequeno porte que caiu na região de Tucuruí, no Pará. O acidente ocorreu na tarde do sábado (14). Não há prazo para o término das operações de busca.
De acordo com a FAB, três pessoas estariam a bordo da aeronave, que partiu do município de Senador José Porfírio (PA) com destino a Paragominas (PA).
De acordo com o Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), ainda no sábado, moradores da região teriam avistado destroços no Rio Moju, mas ainda não é possível saber se pertencem à aeronave.
Técnicos do Seripa vão investigar as causas da queda após a conclusão dos trabalhos de busca.
Fonte: G1