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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Infraero anuncia início das obras no Aeroporto de Confins


Primeiro passo será eliminar vagas no estacionamento e depois ocupar espaços ociosos


A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) deu a largada para o início das obras de reforma e ampliação do terminal 1 do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins. A obra, que vai consumir investimentos de R$ 236,65 milhões, será realizada em nove etapas e tem previsão de ser concluída em dezembro de 2013. As alterações nos terminais de passageiros estão programadas para serem realizadas a partir de 2012. Até o fim deste ano, a principal mudança no dia a dia dos usuários vai acontecer na redução do número de vagas do estacionamento principal, em frente ao terminal de passageiros. A Infraero vai retirar 300 vagas no estacionamento e depois criar 174. Ou seja, a partir de novembro o passageiro passa a ter menos 126 lugares no estacionamento principal. Segundo a empresa, os veículos poderão parar no estacionamento E, construído recentemente na lateral do aeroporto e com capacidade para 1.538 vagas. Ao longo da alta temporada de férias deste ano (inclusive Natal), haverá pouca interferência nos terminais de passageiros, afirmou ontem o superintendente regional do Sudeste da Infraero, Mario Jorge Fernandes de Oliveira. A Marquise/Normatel, empresa vencedora da licitação, iniciou o recrutamento dos trabalhadores para o canteiro de obras, instalado entre o terminal de cargas e o centro de manutenção. Até o fim de outubro a empresa vai contratar entre 150 e 200 pessoas, mas a previsão é de empenhar 500 profissionais em todo o processo. O diretor Renan Carvalho reconhece que a mão de obra na construção civil está escassa, o que pode dificultar o processo seletivo. “Mas a nossa intenção é contratar funcionários do entorno da região”, diz. Mais mudanças Com a reforma, a capacidade do terminal 1 vai passar de 5 milhões para 6,4 milhões de passageiros ao ano. Pelo projeto do terminal, os veículos não vão poder mais transitar entre o terminal de passageiros e a área comercial atual, espaço que será transformado em via de trânsito mais larga. Os balcões de check in não ficarão mais encostados na parede como hoje. Eles serão espalhados em quatro penínsulas pelo saguão do aeroporto, assim como acontece no Galeão, no Rio de Janeiro. “Vamos aproveitar a estrutura que já existe e fazer um serviço de check in mais moderno, com sistema semiautomático de manuseio de bagagem”, diz Adair Moreira Júnior, gerente de empreendimentos de Confins. De acordo com o projeto, a praça de alimentação vai ser transferida para o terraço e a maioria das lojas vai migrar para o segundo andar, onde é hoje a administração do aeroporto. “Vamos ocupar muitas áreas que estavam vazias, como o terraço”, diz Adair Júnior. Ele ressalta que nem todas as partes do empreendimento serão interditadas ao mesmo tempo. “Vamos planejar e executar em hora que o impacto seja menor para o passageiro”, diz. Serão instalados 17 elevadores, sendo seis panorâmicos (dois vão ligar o saguão ao terraço). Os sete atuais serão desativados. ‘Puxadinho’ Além da reforma do terminal 1, estão previstos o Módulo Operacional Provisório (o “puxadinho”), intervenções na pista e pátio e a construção do terminal 2, que vai ser feita em parceria com o governo do estado. O módulo vai contar com R$ 100 milhões de investimento e vai ampliar a capacidade do terminal em 4,9 milhões de passageiros ao ano. A licitação está prevista para ser aberta em novembro e o início das obras em março de 2012, com término estimado em março de 2013. Na pista de pouso e decolagem, a Infraero planeja investir R$ 169 milhões, com início das obras previsto para setembro do ano que vem. Depois das intervenções, a pista vai passar de 3 mil para 3,6 mil metros e o pátio vai aumentar 192,4 mil metros quadrados. O projeto estima que o número de posições de estacionamento da aeronave salte de 18 para 50. A Infraero liberou para o governo de Minas a verba de R$ 10,7 milhões para contratação do projeto básico e executivo do terminal 2, que vai ser construído em frente ao estacionamento novo de passageiros. A previsão é que ele amplie em 10 milhões a capacidade anual do aeroporto. Até lá, o puxadinho vai ser a alternativa para atender o aumento de passageiros. Principais mudanças A praça de alimentação vai ser transferida do solo para o terraço » A maioria das lojas vai mudar para o segundo andar, onde está a administração. O aeroporto tem hoje 36 lojas e oito quiosques. Com a reforma, passa a ter 71 lojas e 12 quiosques » Serão instalados 17 novos elevadores no aeroporto, sendo seis panorâmicos (os sete atuais serão desativados) » Os veículos não vão poder mais transitar entre o terminal de passageiros e atual área comercial » A via de veículos terá mão dupla e o meio fio será deslocado para a atual área de estacionamento » Serão instaladas 10 novas escadas rolantes. Uma escada rolante vai ligar o mezanino ao terraço. As seis atuais serão desativadas » A área de embarque nacional e internacional será centralizada » Serão instaladas oito novas esteiras de bagagem, com controle automatizado » Os balcões de check in não ficarão encostados na parede, como agora. Eles serão disponibilizados em penínsulas na área central do saguão do aeroporto » A área do aeroporto vai passar de 60.305 para 67.675 metros quadrados Cronograma da obra - Confira o que vai ser feito em cada etapa » Etapa 1 (Set/out 2011) • Canteiro de obras • Adequação das guaritas do estacionamento central » Etapa 2 (Nov/dez 2011 e jan 2012) • Adequação dos estacionamentos A, B, C e D •Meio fio deslocado e vias de acesso •Ponto de ônibus • Ampliação da Central de Utilidades (CUT) • Intervenções no terminal de passageiros (da etapa 2 até a 9) » Etapa 3 (Fev/mar/abr/mai/jun 2012) •Nova área de carga/descarga •Transferência da administração para o terraço •Construção do anexo social LL (bagagem extraviada) •Ampliação da galeria comercial • Início da cobertura em vidro do saguão » Etapa 4 (Jul/ag/set 2012) •Substituição das escadas rolantes • Substituição de três pontos de embarque • Implantação dos elevadores (etapas 4, 5, 6, 7) » Etapa 5 (Out/nov/dez 2012) • Demolição dos sanitários do saguão-térreo • Substiuição de três pontes de embarque » Etapa 6 ( Jan/fev/mar 2013) • Reforma e adequação parcial do check in • Instalação de parte das esteiras de bagagens no térreo • Substituição de três pontes de embarque » Etapa 7 (Abr/mai/jun 2013), etapa 8 (jul/ago/set 2013) e etapa 9 (out/nov/dez 2013) • Reforma e adequação parcial do check in • Instalação de parte das esteiras de bagagens no térreo • Adequação do check out

Fonte: Estado de Minas

sábado, 24 de setembro de 2011

Infraero testa falcão-robô contra colisões aéreas em SC

A Infraero iniciou nesta semana, no aeroporto de Joinville (SC), o primeiro teste com um falcão-robô, que tem como objetivo diminuir a incidência de colisões entre aeronaves e aves. Os testes serão realizados durante dez dias.

O aeromodelo, operado por controle remoto, pintado como um falcão peregrino, simula o comportamento de uma ave de rapina e dá rasantes para espantar os pássaros, sinalizando que existe um predador naquela área e fazendo com que seja criada uma zona livre de perigo aviário.

Os primeiros resultados apontaram a diminuição da presença de quero-queros - ave responsável por 50% das colisões registradas este ano no aeroporto. Em voos programados nos próximos dias, o falcão, que pode alcançar um raio de até três quilômetros, deve decolar entre às 7h e às 18h.

“Após o término da experiência, será entregue relatório que avaliará os resultados obtidos e a viabilidade de utilização no aeroporto”, explicou o superintendente do aeroporto de Joinville, Rones Heidemann.

Fonte: Panrotas

Pista do Aeroporto de Altamira (PA) passará por reformas


A Infraero assinou nesta terça-feira (dia 20) uma ordem de serviço para a execução de obras de revitalização da pista de pouso e decolagem do Aeroporto de Altamira (PA). O investimento para as intervenções está na casa de R$ 12,4 milhões.

Dentre os trabalhos, serão feitos reforços estruturais do pavimento, da pista de táxi e do pátio de estacionamento de aeronaves e a construção do balizamento noturno da pista.

De acordo com a Infraero, os serviços têm início previsto para o começo de outubro e serão realizados em três fases para garantir a continuidade das operações do aeroporto. O prazo total para execução das obras será de, aproximadamente, dez meses.

“Após as melhorias, o aeroporto poderá, também, receber aeronaves da classe Boeing 737 e Airbus A320, o que aumentará o escopo operacional do terminal e trará, além da segurança de uma pista renovada, mais possibilidades de voos para os passageiros de Altamira no futuro”, completou o superintendente do aeroporto, Raimundo Pinheiro.

Fonte: Panrotas

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Infraero consegue retomar obras no aeroporto de Guarulhos

A AGU (Advocacia Geral da União) e a Infraero divulgaram no início da noite desta quarta-feira que conseguiram na Justiça a retomada das obras do terminal remoto do aeroporto internacional de Guarulhos de Guarulhos, em São Paulo.

As obras foram embargadas pela Justiça Federal na segunda-feira, atendendo a um pedido feito pelo Ministério Público Federal.

Apesar do embargo, os trabalhos continuavam ontem --a construtora Delta, responsável pela obra, disse que seguia trabalhando pois não havia sido notificada da decisão.

A Justiça havia determinado a imediata paralisação da obra, por meio de liminar, por falta de licitação. A Infraero alegou urgência, pela proximidade da Copa do Mundo de 2014 e para evitar caos aéreo no fim do ano. O caráter emergencial permite dispensa de processo licitatório.

A contratação da Delta se deu por meio de carta convite a quatro grandes construtoras. A Delta apresentou a menor proposta, no valor de R$ 85,75 milhões.

Na manhã desta quarta-feira, a presidente Dilma Rousseff afirmou estar "muito preocupada" com as obras "há oito anos", e que quer que o terminal esteja pronto em dezembro.

Segundo a Presidência, o TRF (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região aceitou um agravo de instrumento da AGU que argumentava que a paralisação das obras representaria "grave lesão ao Estado e aos usuários".

Dilma se disse "preocupada" com medidas que "não são tomadas com serenidade". Ela se referia à decisão de paralisar as obras.

"O que nós fizemos em relação à obra de Guarulhos, por urgência e emergência, é muito importante. E o governo, antes de tomar medidas, nós não tomamos sem avisar que íamos fazê-lo. Nós avisamos tanto o Tribunal de Contas da União, quanto o Ministério Público. Então, estamos tranquilos porque fizemos de forma clara e transparente", disse ela.

Segundo a presidente, a urgência não é para a Copa, "Nós fizemos a 'urgência' e a 'emergência' para atender Guarulhos em dezembro", disse ela.

A Delta afirmou, ontem, que os preços foram "minuciosamente examinados" pela Secretaria de Fiscalização de Obras do TCU e que "demonstram claramente serem os menores já contratados pela Infraero para obras aeroportuárias de grande porte".

Empresa controlada por Fernando Cavendish Soares, a Delta lidera, há dois anos, o ranking das construtoras com mais contratos com o governo federal.

A empresa integra o consórcio que executa a reforma do estádio do Maracanã, no Rio, ao lado de Andrade Gutierrez e Odebrecht.

NOVO TERMINAL
O terminal será localizado em uma área antes ocupada pelos terminais de carga da Vasp e da Transbrasil.

Ele terá capacidade para 5,5 milhões de passageiros e 600 vagas de estacionamento. O terminal não terá posições de pontes de embarque, que conectam a sala de embarque às aeronaves. O acesso aos aviões será feito por meio de ônibus.

Recentemente, a Infraero inaugurou outro terminal provisório, com capacidade para 1 milhão de passageiros. Esse terminal foi ocupado por empresas menores, como Passaredo e Trip.

Apesar da urgência da obra do terminal remoto, a Infraero não tem definido quais companhias aéreas deverão operar no terminal. Ele é muito grande para as empresas de pequeno porte, que já estão instaladas no novo terminal provisório. E as grandes companhias, Gol e TAM, não querem deixar as suas posições atuais.

O desejo da Infraero é levar a Gol para o terminal remoto, mas ainda não foi feita uma consulta formal à companhia. O aeroporto de Guarulhos tem capacidade para 20,5 milhões de passageiros. Em 2010, operou com 26,8 milhões.

Além da paralisação imediata das obras, a decisão judicial proíbe a Infraero de efetuar qualquer pagamento à Delta até o final do julgamento da ação. A multa diária pelo descumprimento da decisão é de R$ 100 mil.

Uma segunda obra --desta vez com licitação, que deverá será publicada neste ano-- deverá ser feita na sequência, para transformar o antigo hangar da Transbrasil em outro terminal remoto. Essa etapa deverá ficar pronta até maio de 2012.

Fonte: Folha de S.Paulo

domingo, 3 de julho de 2011

Curitiba: ILS-3 será instalado no Afonso Pena

Para reduzir o fechamento do Afonso Pena em dias de forte neblina, a Infraero vai implantar no aeroporto curitibano o equipamento ILS-3, utilizado em cidades como Londres. Com tecnologia mais avançada, ele permite que a aeronave chegue ao solo com visibilidade quase zero.Hoje, o Afonso Pena opera com o ILS-2.

Além de Curitiba, apenas os aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e do Galeão, no Rio de Janeiro, devem receber o ILS-3, conforme disse o superintendente da Infraero no Paraná, Antônio Pallu. “O investimento já é pensando em evitar problemas durante a Copa do Mundo de Futebol de 2014, quando vamos receber grande fluxo de turistas”, disse.

O estudo está sendo feito pela Infraero e envolve três requisitos básicos: instalar no solo equipamento correspondente ao ILS-3, habilitar a tripulação e homologar a aeronave conforme o novo equipamento. Estas duas últimas são de responsabilidade da empresa aérea, segundo Pallu.

Alguns componentes para o ILS-3 serão importados. Outros, o Afonso Pena tem no ILS-2. “Eles apenas passarão por atualizações”, conta o superintendente.

O Afonso Pena também passará por algumas obras para se adaptar à nova tecnologia, que afeta a aeronavegabilidade. Será preciso, entre outras coisas, adaptar rampas de aproximação e ampliar a sinalização horizontal, que deve percorrer toda a pista de rolagem da aeronave, e não só a de pouso. "O ILS-3 é um sistema muito complexo e restritivo, e precisa que a estrutura seja adequada para permitir segurança."

Fonte: Band

Projeto de terceiro Terminal de Passageiros de Guarulhos é apresentado

Infraero lança estudo preliminar do terceiro Terminal do Aeroporto de Guarulhos (foto: divulgação)

A Infraero lançou o estudo preliminar do terceiro Terminal de Passageiros do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos – Governador André Franco Montoro. É o maior projeto arquitetônico de terminal aeroportuário da América do Sul, totalizando 230 mil m², e consolidando Guarulhos como um dos principais hubs da América Latina (os atuais Terminais – 1 e 2 – têm juntos 183,87 mil m² de área).

O projeto global do terceiro Terminal de Guarulhos – que inclui estudo preliminar, projetos básico e executivo- foi contratado em julho de 2010 por meio de licitação internacional – e tem investimento de R$ 22,6 milhões. O trabalho está sendo executado pelo consórcio MAG, formado pelas empresas PJJ Malucelli Arquitetura e Construção, Andrade e Rezende Engenharia de Projetos e Gabinete de Projetação Arquitetônica.

A construção do terceiro Terminal – a maior obra em andamento da Infraero – terá investimento na primeira fase de R$ 753,96 milhões, correspondentes a 40% do total do empreendimento e estará concluída até o final de 2013.

Com esta fase inicial do Terminal 3, a capacidade de passageiros por ano do aeroporto será ampliada em 18,8 milhões. Dessa forma, até 2013, Guarulhos terá capacidade para receber cerca de 58 milhões de passageiros por ano em seus três Terminais.

No estudo, o embarque e os mezaninos ficarão numa parte superior. A parte inferior terá três pavimentos: o desembarque, o nível da pista e o subsolo. Essas divisões tornam embarques e desembarques mais transparentes, facilitando o acesso dos usuários.

Após esta aprovação, o consórcio contratado segue com a elaboração dos projetos básico e executivo, que têm previsão de conclusão em dezembro de 2011 e julho de 2012, respectivamente. Com isso, as obras da primeira fase têm início previsto para agosto de 2012.

Todo esse planejamento pode sofrer alterações em vista do processo de concessão do aeroporto, ora em fase de estudos de modelagem e viabilidade econômica, sob a coordenação da Secretaria de Aviação Civil (SAC).

O estudo preliminar do terceiro Terminal de Guarulhos marca importante momento no processo de modernização e ampliação dos aeroportos sob administração da Infraero.

Fonte: Bagarai

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Infraero aprova projeto para Cumbica (SP)

O aguardado projeto do TPS 3, novo terminal de passageiros do aeroporto de Cumbica, está pronto e aprovado pela Infraero. Com 230 mil metros quadrados, terá condição de receber 19 milhões de passageiros ao ano, segundo especialistas, quase dobrando a capacidade atual, de 20,5 milhões (em 2010, estourou o limite e recebeu 26 milhões).

O projeto vencedor da concorrência aparece na nova edição da revista "Monolito", a que a Folha teve acesso. O planejamento da Infraero prevê a conclusão de 40% da obra no fim de 2013, com investimento de R$ 716,6 milhões. Com isso, o aeroporto ganharia um fluxo adicional de 10 milhões de passageiros antes da Copa-2014. O restante fica para depois.

O projeto é assinado pelo escritório paulistano de Mario Biselli e Artur Katchborian, em coautoria com Gicele Alves. O desenho lembra o de um avião. De acordo com Biselli, a orientação recebida foi conceber um projeto que pudesse ser executado o mais rapidamente possível.

A demanda inspirou a escolha pelo uso de material pré-fabricado, integralmente metálico. "Será uma obra mais de montagem mecânica do que de construção civil", diz Biselli. Outra demanda, esta de segurança, é que as áreas de embarque e desembarque estejam separadas. Por isso o plano tem cinco pavimentos.

Especialistas elogiam o projeto, mas com ressalvas. "Não é revolucionário, mas tem boas referências", diz o arquiteto Guilherme Wisnik. Ele enaltece o uso de elementos contemporâneos como materiais leves e luz natural. Mas o engenheiro e professor da USP Jorge Leal levanta dois pontos: a mobilidade de um terminal a outro e a modularida de do projeto: "Não pode ser prato pronto. Tem de ter flexibilidade."

Quarto Terminal
Biselli diz que o projeto considera a conexão física por meio de esteiras e local para estação de ônibus. Quanto à modularidade, lembra que as paredes são removíveis e que sobra espaço para um quarto terminal.

O TPS 3 é um projeto antigo e polêmico da Infraero que já está completando 17 anos desde que foi pensado. A licitação da construção depende de detalhamento técnico e só sai no fim do ano.

As obras de terraplanagem do pátio da pista, executadas pelo Exército, já se iniciaram. A Infraero informou que o planejamento será mantido mesmo com a concessão à iniciativa privada.

Fonte: Jornal de Turismo

terça-feira, 21 de junho de 2011

Obra em Cumbica começa em 7 de agosto

Começa em 7 de agosto a reforma da pista do aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), o maior do país.

A data foi informada no mês passado pela Infraero (estatal responsável pela administração dos aeroportos) às companhias aéreas.

A obra será na maior pista, de 3.700 metros, e vai até 11 de dezembro, na alta temporada. O asfalto será substituído. No período, a pista será reduzida em cerca de 30%, para 2.500 metros. A outra pista, de 3.000 metros, não será reformada por ora.

Por conta da intervenção, aviões de grande porte, como Boeing 777 e Airbus A-340, que fazem viagens de longa distância, terão que reduzir carga e passageiros. Eles têm de estar mais leves para decolar em uma pista menor.

Serão afetados voos para Europa, América do Norte, Ásia e África. As empresas têm planejado voos com carga quase zero e diminuição de até 20 lugares por voo, algo próximo a 7% da capacidade dessas aeronaves.

PLANO B

Entre as empresas consultadas, a American Airlines cortará carga e passageiros; a Emirates e a British Airways calculam 23 toneladas e 12,5 toneladas a menos por voo, respectivamente -ambas não decidiram a proporção de carga/passageiros.

A companhia britânica foi a única a revelar o prejuízo estimado: R$ 2,58 milhões.

Em 7 de julho, a Infraero interditará a pista por um dia para simular o vaivém de aviões durante as obras.

Se o teste fracassar, o plano de afetar só carga e passageiros dará lugar a outro, mais radical: reduzir os pousos e decolagens em Cumbica, hoje de 44 por hora.

Essa havia sido a primeira proposta da Infraero para a reforma, com corte de 40% nas operações.

Sob o argumento de que o tráfego aéreo entraria em colapso, as companhias aéreas resistiram e a estatal optou por reduzir carga e/ou passageiros só nos aviões maiores.

Fonte: Aviação Notícias

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Aeroporto do Galeão registra menos de 10% de atrasos no domingo

Os aeroportos Tom Jobim (Galeão) e Santos Dummont operam visualmente para pousos e decolagens, de acordo com informações da Infraero.
Até às 18h de domingo (19), dos 94 voos domésticos programados para o Galeão, sete foram cancelados e quatro atrasaram atrasados.
No mesmo aeroporto, o panorama dos 27 voos internacionais previstos é o seguinte: dois cancelados e dois atrasados até o momento.
No aeroporto Santos Dummont, dos 74 voos domésticos, seis foram cancelados e dois atrasaram.

Fonte: R7

domingo, 19 de junho de 2011

Infraero faz simulação de acidente

Funcionários das empresas e órgãos, que atuam no Aeroporto Internacional Marechal Rondon em Várzea Grande participaram na manhã desta sexta (17), de mais uma simulação do Curso de Preparação do Corpo de Voluntários de Emergência (CVE).

O instrutor do Corpo de Bombeiros e do curso de voluntários de emergência, João Paulo Gonçalves, disse que 40 voluntários e 20 alunos do curso técnico de segurança do trabalho do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e estudantes do curso de Medicina da Unic participaram da simulação. “O objetivo foi testar o conhecimento na prestação de primeiros socorros e o tempo de resposta das equipes de salvamento”.

De acordo com diretor do Aeroporto de Várzea Grande, João Marcos Coelho Soares, o exercício busca chegar perto do real e tem dois fatores. O primeiro diz que é importante para o preparo das pessoas que trabalham no setor aeroportuário. O segundo frisa a integração de todos os órgãos para diminuir os impactos de emergência real.

O voluntário Roberto Vitorazi, “vítima de queimadura estava com muita dor”. Ele explicou que a simulação é muito importante, pois de certa forma contribui para o aprendizado dos voluntários e aumentam os conhecimentos. Ele é professor do Senai.

Vagner Sanches da empresa aérea Azul e também estudante de enfermagem falou sobre a adrenalina da sua participação. Ele contou que sua função era atender uma ‘vítima’ de queimaduras nos braços, lesão do membro inferior e lesão na cabeça.

Na simulação, além da rapidez das equipes em apagar o incêndio no suposto avião acidentado, foram prestados os primeiros socorros as vítimas, tudo acompanhado de perto pelos monitores.

Na simulação, todo o plano de atendimento a emergências foi acionado. Os carros de combate a incêndios que carrega água, pó químico, espuma, dois helicópteros da Polícia Militar, ambulâncias particulares da Help Vida, Card Med para o atendimento a vítimas em situação de difícil acesso.

Fonte: Circuito MT

Contra privatização, quatro aeroportos prometem greve

Os aeroportuários de Guarulhos (SP), Confins (MG), Brasília (DF) e Manaus (AM) já aderiram ao indicativo de greve contra a privatização dos aeroportos para atender a demanda dos jogos olímpicos e da Copa do Mundo. Segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários, Francisco Lemos, o carioca Galeão deve seguir a tendência dos demais.

A entidade está viajando com a finalidade de realizar reuniões para programar a greve. No final deste mês, segundo Lemos, haverá uma assembleia nos 67 aeroportos, simultaneamente, para definir se todos vão aderir ou não. "Caso sim, vamos paralisar no País inteiro", aposta o líder sindicalista, para quem será nociva a privatização.

- Não somos contra a parceria com a iniciativa privada. Somos contra a entregar tudo. O número de passageiros, de 2003 a 2010, cresceu 118%. O empresariado não gosta desse aumento, porque para eles é mais vantajoso implantar o conceito de aeroshopping, que não atinge o novo perfil do passageiro.

O sindicalista afirma que a data prevista para a paralisação é dia 6 de julho. Lemos garante que Guarulhos, Confins, Brasília e Manaus entrarão em greve independente da adesão dos demais.

Somado à privatização dos aeroportos, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (16) o texto principal do projeto de lei de conversão à Medida Provisória (MP) 527, que cria a Secretaria de Aviação Civil com a emenda que flexibiliza as licitações para as obras da Copa do Mundo de 2014, e para as Olimpíadas de 2016, criando o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC).

A Federação Nacional dos Trabalhadores na Aviação Civil (Fentac) também já se manifestou contrária à privatização e flexibilizações. Ambas - Fentac e Sina - são filiadas à Central Única dos Trabalhadores (CUT), histórico aliado do PT.

Fonte: Terra

sábado, 4 de junho de 2011

Iata defende privatização de aeroportos no Brasil

O presidente da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), o italiano Giovanni Bisignani, defendeu hoje a privatização dos aeroportos brasileiros, por meio de concessões, mas ressaltou a necessidade de o setor ter um órgão regulador forte e independente para evitar que se criem monopólios, como ocorreu em outros países.

"Na Inglaterra, após a privatização, houve um aumento de 20% nas taxas cobradas pelos aeroportos. Situações semelhantes se repetiram em outros países como Itália, Espanha, Austrália e México. Só conheço dois países onde esse processo foi bem conduzido: na Índia e na Argentina, onde foi criado um órgão regulador forte e independente", afirmou.

Segundo Bisignani, o marco regulatório brasileiro, pelo qual a Infraero controla 94% dos aeroportos no Brasil, é obsoleto. "Terminais em 13 dos 20 maiores aeroportos do Brasil não atendem à atual demanda. Só São Paulo responde por 25% do tráfego aéreo no Brasil. Isso é uma situação embaraçosa para o Brasil", afirmou.

Bisignani disse que, sem mudanças profundas nos aeroportos brasileiros, o País não terá condições de atender à demanda da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos. "O tempo está se esgotando para grandes projetos de infraestrutura", disse. Com relação à competitividade do setor, entre as mudanças propostas pela Iata está a abolição da taxa Ataero (Adicional de Tarifas Aeroportuárias). Segundo a entidade, essa sobretaxa de 50% sobre as tarifas está em desacordo com os princípios da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO, na sigla em inglês). Além disso, a entidade é contra a introdução de tarifas mais altas para horários de pico, como anunciou recentemente a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Copyright © 2011 Agência Estado. Todos os direitos reservados

Fonte: Isto é Dinheiro

Iata defende privatização de aeroportos no Brasil

O presidente da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), o italiano Giovanni Bisignani, defendeu hoje a privatização dos aeroportos brasileiros, por meio de concessões, mas ressaltou a necessidade de o setor ter um órgão regulador forte e independente para evitar que se criem monopólios, como ocorreu em outros países.

"Na Inglaterra, após a privatização, houve um aumento de 20% nas taxas cobradas pelos aeroportos. Situações semelhantes se repetiram em outros países como Itália, Espanha, Austrália e México. Só conheço dois países onde esse processo foi bem conduzido: na Índia e na Argentina, onde foi criado um órgão regulador forte e independente", afirmou.

Segundo Bisignani, o marco regulatório brasileiro, pelo qual a Infraero controla 94% dos aeroportos no Brasil, é obsoleto. "Terminais em 13 dos 20 maiores aeroportos do Brasil não atendem à atual demanda. Só São Paulo responde por 25% do tráfego aéreo no Brasil. Isso é uma situação embaraçosa para o Brasil", afirmou.

Bisignani disse que, sem mudanças profundas nos aeroportos brasileiros, o País não terá condições de atender à demanda da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos. "O tempo está se esgotando para grandes projetos de infraestrutura", disse. Com relação à competitividade do setor, entre as mudanças propostas pela Iata está a abolição da taxa Ataero (Adicional de Tarifas Aeroportuárias). Segundo a entidade, essa sobretaxa de 50% sobre as tarifas está em desacordo com os princípios da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO, na sigla em inglês). Além disso, a entidade é contra a introdução de tarifas mais altas para horários de pico, como anunciou recentemente a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

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Fonte: Isto é Dinheiro

Privatizacao de aeroportos

Um inesperado anúncio chegou aos funcionários da Infraero na terça-feira 31, dia em que a estatal celebrava seu 38º aniversário. Em mensagem aos colaboradores, o presidente da empresa, Gustavo Vale, revelou a decisão do governo de privatizar três dos principais aeroportos administrados pela empresa: o de Cumbica, em Guarulhos, e o de Viracopos, em Campinas, ambos em São Paulo; e o Juscelino Kubitschek, em Brasília. Foi uma surpresa para o pessoal da estatal.

A sinalização, até então, era de que o novo modelo seria adotado para os novos terminais, com a concessão apenas das áreas comerciais. Mas a presidente Dilma Rousseff foi convencida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de que era melhor entregar à iniciativa privada toda a administração e exploração dos terminais. Agora, a Infraero será parceira obrigatória nas sociedades de propósito específico (SPEs), que serão criadas para administrar cada um dos três aeroportos.

Os detalhes ainda serão definidos nas regras do edital, que deve ser lançado em dezembro, mas já está decidido que o setor privado terá um mínimo de 51% do capital. A ideia é caracterizar a nova empresa como de capital misto e livrá-la das amarras da Lei de Licitações – na avaliação do governo, uma das principais razões da morosidade e ineficiência da Infraero. O ministro Wagner Bittencourt, da Secretaria de Aviação Civil, órgão criado para coordenar as obras do setor aéreo, acrescenta que o modelo “shopping center”, que se limita à concessão de espaços para a exploração comercial nos terminais, não garantiria o retorno financeiro para possíveis investidores.

“É preciso aproveitar a disposição de investidores, nacionais e estrangeiros, de fazer esse aporte no Brasil”, disse em audiência na Câmara dos Deputados, na quarta-feira 1º. Para o governo, manter a Infraero na administração dos aeroportos tornará a empresa mais atraente na hora de abrir seu capital, o que deve ocorrer até o fim desse governo. “É mais fácil abrir o capital da Infraero depois de se aplicar nela um choque de competitividade”, disse Dilma na reunião com governadores e prefeitos das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, na terça-feira 31.

A participação da Infraero em cada empresa vai depender dos investimentos feitos pela estatal nesses aeroportos. Para a Copa do Mundo de 2014, Guarulhos deve receber R$ 1,2 bilhão; Brasília receberá R$ 748,4 milhões; e Viracopos, R$ 742 milhões. Parte dos recursos já foram gastos, mas a estatal ainda não tem os dados definidos. “A Infraero precisa recuperar seu investimento”, diz Vale, da Infraero. “Quanto maior for, maior será a participação da empresa no capital.”

As indefinições sobre o modelo a ser adotado têm deixado cautelosos possíveis investidores, entre empreiteiras e companhias aéreas. Empresas como Gol e Azul afirmam que estão acompanhando o assunto, enquanto a TAM não se manifesta. “A entrada da iniciativa privada é o ponto mais crucial”, disse à DINHEIRO Juan Quirós, presidente do Grupo Advento, especializado em grandes construções e interessado em Viracopos.“O investidor quer controle da gestão, e isso ainda não se sabe como será.”

Para o professor de transporte aéreo da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Respício do Espírito Santo, o grau de interesse das empresas nas concessões estará diretamente atrelado a sua autonomia nas decisões e em relação à Infraero. “É preciso saber até onde irá o poder do governo nessa SPE”, afirma.

O governo, no entanto, sabe que tem nas mãos um ativo atraente. Os aeroportos de Guarulhos, Brasília e Campinas estão entre os cinco mais lucrativos da Infraero. Juntos, lucraram R$ 456,6 milhões em 2010. Mas, como apenas 21 dos 67 aeroportos da Infraero estão no azul, mantê-los sob gestão estatal significa recursos para sustentar seus terminais deficitários. Se está claro como o governo ganha nessa equação, para o setor privado, ainda sobram dúvidas.

Fonte: Isto é Dinheiro

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Aeroportos estarão prontos para a Copa, diz Infraero

O presidente da Infraero, Gustavo Vale, afirmou nesta quarta-feira que um estudo da empresa aponta que os 13 aeroportos que receberão investimentos para a Copa do Mundo 2014 atingirão capacidade de atendimento maior do que a demanda até dezembro de 2013. Segundo ele, a Infraero investirá, até o evento, mais de R$ 5 bilhões para ampliar a capacidade dos aeroportos.

Vale participa, no Plenário 5, de audiência pública conjunta realizada pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Turismo e Desporto; e de Viação e Transportes.

No debate, o diretor-geral do Departamento do Espaço Aéreo, Ramon Borges Cardoso, também garantiu que, até a Copa, haverá controladores de voo suficientes para garantir a segurança do tráfego aéreo. Segundo ele, são formados 300 profissionais por ano na área.

Fonte: Jornal do Turismo

terça-feira, 24 de maio de 2011

A Infraero homologou licitação para implantação do Módulo Operacional no Aeroporto Internacional de Cuiabá/Marechal Rondon – Várzea Grande (MT). A empresa vencedora foi a Engeglobal Construções Ltda. O valor do investimento será de R$ 2,250 milhões.

A Engeglobal tem cinco dias para apresentar garantia contratual, depois de convocada para assinatura do contrato. Após a emissão da Ordem de Serviço, quando serão iniciadas as obras efetivamente, a empresa terá 150 dias para o fornecimento, implantação, montagem e instalação.

A ampliação é parte do cronograma de obras da Infraero em aeroportos relacionados com Copa 2014. O Módulo terá as funções de sala de desembarque para suporte ao atendimento da demanda. A estrutura terá uma área de 675 m² e ampliará a capacidade operacional do aeroporto em 700 mil passageiros ao ano.

Os Módulos são estruturas similares às salas convencionais e oferecem as mesmas facilidades de infraestrutura, como isolamento termoacústico, climatização, sistema de som e informativo de voo.

Fonte: Jornal do Turismo

terça-feira, 17 de maio de 2011

Infraero instala sistema de vigilância em Florianópolis

A Infraero começou a instalar no Aeroporto Internacional de Florianópolis/Hercílio Luz (SC) um novo sistema de vigilância por câmeras. A previsão é de que o serviço, avaliado em R$ 6,2 milhões, seja finalizado em todo o complexo aeroportuário em até seis meses.

O novo sistema é composto por câmeras e computadores, com transmissão de imagens pela internet por meio de rede sem fio, tudo apoiado por um sistema no break, que mantém o funcionamento em caso de falta de energia.

O Terminal de Logística de Carga Internacional do aeroporto foi o primeiro espaço a receber as novas câmeras. Os equipamentos, que começaram a ser instalados no início do mês, vão captar a movimentação de todas as áreas operacionais, administrativas, além do entorno do armazém.

“Essa tecnologia oferece um sistema mais eficiente e seguro, capaz de fornecer imagens melhores e que poderão ser armazenadas por até 30 dias”, explicou o superintendente do Aeroporto de Florianópolis, Antonio Filipe Barcellos.

Fonte: Panrotas