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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Tribunal chileno revisará decisão sobre fusão de TAM e LAN

Corte de Defesa da Livre Concorrência analisará união por pedido da companhia chilena para que retifique 'erros de cálculo'

O Tribunal de Defesa da Livre Concorrência (TDLC) do Chile anunciou nesta quarta-feira que revisará a decisão judicial que aprovou a fusão da companhia aérea local LAN com a brasileira TAM, devido ao pedido da companhia chilena para que retifique "erros de cálculo".

"Vamos revisar se esses erros existem e, se existem, vamos retificá-los", disse o presidente do TDLC, Tomás Menchaca, em declarações ao site do jornal "La Tercera". Menchaca informou que a revisão deve estar pronta na próxima semana e garantiu que, se houve algum erro de cálculo, não deveria ter maior incidência nas conclusões da decisão que aprovou a fusão das companhias aéreas, mas a deixou submissa a 11 condições.

A LAN solicitou na terça-feira ao tribunal antimonopólios que retifique "erros de cálculo numéricos" em relação aos yields (tarifas por quilômetro em cada rota). A companhia aérea estima que estes erros provocaram "o questionamento por parte do TDLC da informação entregue pela empresa". "Tais erros levaram o Tribunal a incorrer em uma sobreestimação significativa tanto dos yields como da receita gerada pelas rotas contidas em seus cálculos", detalhou a LAN em comunicado.

A companhia acrescentou que durante esta semana continuará analisando as medidas de mitigação impostas pelo tribunal e que segue trabalhando nos assuntos pendentes para finalizar a fusão, processo que pode ser concluído no primeiro trimestre de 2012.

O TDLC condicionou a fusão à realização de 11 medidas de mitigação, como forma de garantir a livre concorrência em diversas rotas aéreas da região, principalmente entre Santiago e São Paulo e entre Santiago e Lima. A fusão entre LAN e TAM criará a LATAM, com um valor em bolsa de US$ 12,14 bilhões. Para que a operação seja concretizada está pendente um pronunciamento do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que será divulgado no final de outubro.

Fonte: EFE

sábado, 24 de setembro de 2011

Tam registra quinto mês de queda de passageiros consecutivo.

De acordo com os dados da Anac, a demanda por voos domésticos no Brasil cresceu 13,45 por cento em agosto em relação ao mesmo mês de 2010. Já a oferta de assentos, na mesma base de comparação, mostrou avanço de 14,31 por cento.

No acumulado de janeiro a agosto, segundo a Anac, a demanda por voos dentro do Brasil avançou 20,14 por cento ante os oito primeiros meses de 2010, enquanto a oferta aumentou 14,39 por cento.

A TAM obteve a sua quinta queda consecutiva de passageiros, no mês de abril a empresa representava 44,52% contra 38,37% do mês de agosto.

A Gol obteve um avanço significativo, saltando de 36,47% em abril para 38,84% no mês de Agosto.

A Azul vem ganhando cada vez mais o mercado brasileiro, no mês de abril a empresa representava 7,47% contra 9,27% do mês de agosto.

Se fosse considerada a negociação da Gol para comprar a 100% do capital da Webjet, negócio que foi confirmado nesta terça-feira dia 20, a participação conjunta de Gol e Webjet, fecharia o mês de agosto com 44,58%.

Mercado Internacional
A TAM também teve a hegemonia no mercado internacional em agosto, com participação de 89,09%. Em segundo está a Gol, com fatia de 9,63%.

Fonte: Grupo Tripulação

Demissões na Tam Linhas Aéreas - Futuro Incerto

Estamos acompanhando as novas mudanças que recentemente vem ocorrendo dentro da companhia aérea “Tam”.

Nos últimos dados, divulgados pela Anac, mostram que a “Tam” obteve a sua quinta queda consecutiva de passageiros, no mês de abril a empresa representava 44,52% contra 38,37% do mês de agosto.

Vocês leitores vem notando as mudanças visíveis na qual a companhia aérea passa neste momento, no dia 30 de agosto a empresa anuncia a abertura de sua Base – Rio, ou seja, isso irá gerar um ganho a empresa, com o corte de gastos em hotéis para pernoite de tripulações.

Por mera coincidência, aproximadamente 7 dias depois a empresa anunciou a paralisação dos seus A340-500 onde as aeronaves permanecerão em solo, devido a diminuição dos gastos de combustível, assim a empresa deixará de ter receitas em rotas internacionais, na qual a capacidade do seu voo esta com quase 100% de lotação.

Aproximadamente por volta de 200 funcionários foram demitidos nos últimos dias, sendo que já havia uma turma de comissários em treinamento e infelizmente estava dentro deste cronograma de corte.

Muitos comissários que estavam fazendo parte deste treinamento haviam saído do seu antigo emprego, deixando cargos importantes para traz e acreditando no futuro promissor da empresa aérea “TAM”.

É lamentável que uma empresa como a “Tam”, que já chegou ser líder absoluto por muito tempo no mercado aéreo Brasileiro, trata este assunto de uma forma “normal”, o que demonstra nitidamente que não houve “planejamento” em relação a contratação de novos funcionários, demonstrando ainda mais a falta de comprometimento e respeito entre os profissionais qualificados que ali suaram arduamente, passando por várias etapas de processo seletivos e de uma hora para outra vêem o seu trabalho jogado pelos ares com se fosse um simples “objeto” qualquer.

Investigando um pouco mais, podemos notar uma pequena “migração” de comissários da empresa aérea “Tam” para outras companhias aéreas Brasileiras, na qual vem crescendo de uma forma equilibrada e sustentável.

Uma comissária da própria empresa “Tam” disse ao site Grupo Tripulação que atualmente participa de um novo processo seletivo em uma outra companhia aérea devido a instabilidade na qual a “Tam” vem enfrentando neste momento, mas ela acredita que o mercado da aviação Brasileira continuará aquecido nos próximos anos, principalmente para aquelas companhias aéreas que investem na capacitação do seus funcionários e que têm uma visão inovadora, objetiva e clara.

Fonte: Grupo Tripulação

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Piloto da TAM tenta decolar duas vezes em Sergipe e não consegue

Um piloto do voo JJ3892 da TAM tentou decolar duas vezes na tarde desta terça-feira (23), no Aeroporto Santa Maria, em Aracaju, e não conseguiu. A aeronave seguiria viagem para Recife.

Alguns passageiros, assustados, acabaram cancelando a viagem. Não houve feridos.

Em nota, a TAM informou que o voo, previsto para partir às 16h30, apresentou problemas técnicos antes da decolagem. A aeronave passou por manutenção e decolou às 18h39.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Setor aéreo doméstico cresce 28%; Tam lidera com 44%

O Grupo Tam (Tam e Pantanal) permanece na liderança do mercado da aviação doméstica, com 44,43% de participação no mês de maio, seguido por Gol/Varig, com 35,39%. O crescimento também atingiu o restante das aéreas (Azul, Trip, Webjet e Avianca), que registraram 20% de participação do mercado, contra 19,01%. Os dados são da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac).

Por empresa, a Azul obteve 8,07%, a Webjet, 5,16%, a Trip aparece com 3,05% e a Avianca tem 2,94%. A demanda por voos no mercado aéreo doméstico teve um aumento de 28,67% em maio, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação à oferta, o crescimento foi de 15,34%. Com isso, a taxa de ocupação chegou a 67,09%, contra 60,13% em maio de 2010.

No internacional, a Tam saltou sua participação para 89,62% do mercado. A Gol/Varig registrou 9,20% e a Avianca, 1,15%. A demanda nos voos internacionais operados por empresas brasileiras cresceu 21,55% em relação a maio do ano passado. No mesmo período, a oferta de assentos aumentou 13,54%. A taxa de ocupação atingiu a marca de 79,25%.

Fonte: Panrotas

terça-feira, 21 de junho de 2011

Tam fecha acordo de US$ 2,2 bi com Rolls-Royce

A Tam Linhas Aéreas fechou um acordo com a Rolls-Royce Noth America, que fornecerá serviços de manutenção e motores Trent XWB para equipar 27 aviões Airbus A350-XWB, encomendados pela companhia aérea. O negócio está avaliado em US$ 2,2 bilhões, com duração de 12 anos.

Segundo a Tam informou ao Valor Online, não se trata de nova encomenda de aeronaves à Airbus, já que o pedido foi feito em 2008.

Fonte: Mercado e Eventos

sábado, 11 de junho de 2011

TAM e Gol retomam voos pela América do Sul após vulcão

As companhias brasileiras TAM e Gol retomaram nesta quarta-feira os voos por países da América do Sul após os cancelamentos provocados pelo vulcão Puyehue, no Chile.

As cinzas expelidas pelo vulcão Puyehue começaram a dispersar nesta quarta-feira e voos de outras companhias pela América do Sul também foram retomados. Ontem, as cinzas chegaram ao Rio Grande do Sul e afetaram as operações da TAM e Gol.

Mais de 100 voos foram cancelados ontem entre os países da América do Sul. Do Brasil, foram suspensas rotas para Santiago, Buenos Aires, Córdoba, Rosário, Montevidéu e Assunção.

A TAM informou que nesta quarta está operando normalmente para os aeroportos de Buenos Aires, Assunção e Ciudad del Este, Santiago e Montevidéu, além da cidade brasileira de Foz do Iguaçu (PR).
A companhia disse ainda que programou voos extras vindos e para esses destinos para transportar os clientes afetados pelos cancelamentos de ontem.

'A TAM continua monitorando as atividades do vulcão e as condições meteorológicas e tomará medidas adicionais, se forem necessárias', afirmou a companhia.

A Gol informou que retomou suas operações para a Buenos Aires, Córdoba e Rosário (Argentina), Santiago, Assunção e Montevidéu, além de Foz do Iguaçu.

A companhia destacou que, 'com a dissipação das nuvens, encontrou as condições necessárias para realizar seus voos no mais alto padrão de segurança, algo de que não abre mão'. Segundo a Gol, 'sua malha aérea está passando por ajustes neste momento, com o fim de regularizar as decolagens com mais eficiência'.
As duas empresas disseram que estão prestando assistência aos passageiros afetados por esses cancelamentos, acomodados em outros com isenção de taxas.

Nesta quarta-feira, segundo a Infraero, os cancelamentos atingem 20 voos internacionais programados até as 16h, o que representa 17,1%.

Do aeroporto de Cumbica, em São Paulo, foram cancelados 9 voos internacionais até as 16h, o que representa 16,1% dos programados.

A erupção do Puyehue começou no sábado e levou à evacuação de cerca de 4 mil pessoas no Chile. Na Argentina, as principais zonas turísticas foram cobertas com um manto de cinzas. Foi o caso de Bariloche, em que a energia elétrica e a água foram cortadas.

Fonte: G1

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Tam admite que fusão com a Lan pode não se concretizar se justiça chilena vetar fusão

Diante da ameaça do tribunal antitruste do Chile de não aprovar o acordo entre a Lan e a Tam, a criação da Latam começa a ficar ameaçada. Em entrevista a grande imprensa ontem em Santiago, o advogado, Juan Gumucio que representa a Tam em Santiago admitiu que a companhia pode buscar outro parceiro se a justiça chilena vier a colocar obstáculos para concretização da fusão.

Já o advogado da Lan, Cristóbal Eyzaguirre negou os argumentos de que a fusão poderia ser prejudicial para a livre concorrência e considerou que a criação da Latam irá sim beneficiar os passageiros com a redução no preço das tarifas e maiores opções de voos.

A criação da Latam foi anunciada no ano passado mas desde o pronunciamento sobre a fusão entre a Lan e a Tam o Tribunal de Defesa da Livre Concorrência do Chile vem analisando um pedido de defesa do consumidor, o que levou a uma paralisação temporária do processo de fusão. O parecer sobre o assunto deve ser divulgado apenas no final de julho.

Dependendo do resultado todo o processo de criação da Latam, bem como os protocolos de intenção firmados entre as duas companhias pode não se concretizar e nesse caso a Lan buscaria outra parceira junto ao mercado latino americano.

Fonte: Mercado e Eventos

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Tam deve pagar de 8,5% a 8,75% em captação de 10 ano

A operação será coordenada pelas seguintes instituições: Banco BTG Pactual SA, Banco do Brasil SA e Banco Santander SA

Esse tipo de captação é composta, normalmente, por pelo menos US$ 500 milhões
Nova York - A Tam SA, maior empresa aérea brasileira por volume de passageiros transportados, deve pagar uma taxa de retorno entre 8,5 por cento e 8,75 por cento em sua captação externa com títulos de 10 anos, segundo uma pessoa familiarizada com a transação.

A empresa contratou Banco BTG Pactual SA, Banco do Brasil SA e Banco Santander SA para coordenarem a captação “benchmark”, disse a pessoa, que pediu para não ser identificada porque os termos da operação ainda não foram fechados. A captação “benchmark” é composta, normalmente, por pelo menos US$ 500 milhões.

Fonte: Exame Abril

Aeronáutica investiga risco de segurança em voo da TAM em Brasília

Neste segunda, dois aviões teriam ficado abaixo da distância mínima permitido, que é de 3,5km

Aeronáutica está investigando uma ocorrência registrada na noite desta segunda-feira, 23, entre uma aeronave da TAM e um avião de pequeno porte na área terminal do aeroporto de Brasília.

A análise preliminar aponta que a menor distância lateral entre as aeronaves foi de 3,5 km, menor do que a distância mínima de segurança prevista.

Em nota, a Aeronáutica afirmou que a investigação será feita a partir das gravações radar e das comunicações, mas ressaltou que as aeronaves não estavam em rota de colisão, uma vez que a separação lateral entre elas era de mais de 3 km em rumos paralelos.

A aeronave da TAM, que cumpria o voo JJ3712 (São Paulo-Brasília), teria feito corretamente a manobra de segurança.

Fonte: Via Estadão

terça-feira, 24 de maio de 2011

São Paulo divulga projeto de memorial para as vítimas do acidente da TAM

Resultado de inquérito sobre acidente da TAM deve ser divulgado até julho

O resultado do inquérito conduzido pelo MPF (Ministério Público Federal) que apura as causas do acidente com o avião da TAM, que fazia o voo JJ 3054, deve ser concluído até julho, segundo o advogado que representa os parentes das vítimas, Ronaldo Marzagão. “Acredito que antes do quarto aniversário desse trágico acidente tenhamos uma solução final do inquérito”, disse no último sábado, pouco antes de se reunir com os parentes dos mortos no acidente em um hotel na capital paulista.

No dia 17 de julho de 2007 o avião da TAM percorreu toda a pista do Aeroporto de Congonhas sem conseguir parar, atravessou a Avenida Washington Luís e atingiu um edifício da própria companhia aérea e um posto de gasolina. Entre passageiros e tripulação, 199 pessoas morreram.

De acordo com o presidente da Afavitam (Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo TAM JJ 3054), Dario Scott, o fim da investigação é o maior anseio dos parentes. “O objetivo da associação sempre foi trazer as informações sobre a investigação criminal do acidente”, ressaltou.

Para ele, caso o inquérito seja concluído, a luta dos parentes entrará em uma nova fase. “Se inicia um novo ciclo. Existindo a denúncia, se começa o processo criminal. Começa tudo novamente”.

Na opinião de Marzagão, o MPF deverá indicar vários culpados pela tragédia, principalmente em relação aos erros de procedimento, que mais tarde, foram revistos. “O suposto erro dos pilotos na posição dos manetes não seria o início da tragédia e, sim, o fim dela”, afirmou.

Além dos rumos da investigação, a reunião do último sábado da Afavitam discutiu a proposta da prefeitura de São Paulo para o memorial que será construído no local do acidente. O projeto apresentado propõe a criação de uma praça para lembrar as vítimas da tragédia.

Apesar de o projeto contemplar reivindicações dos parentes, como a manutenção de uma amoreira que resistiu à explosão, algumas mudanças foram pedidas. Entre elas, a inclusão do anjo que serviu de símbolo para a luta da Afavitam e a marcação do local exato do choque.

Essa definição é especialmente importante para Márcia de Araújo. Ela é mãe de Michelle Leite, comissária que não pode ser identificada entre os destroços do avião. “[O monumento será] um lugar que possa mostrar para as pessoas que, mesmo com toda aquela catástrofe, com toda desgraça e sofrimento, que ali se foram pessoas especiais de uma forma trágica”.

Fonte: Agência Brasil

Mudança em Programa de Fidelidade da TAM revela alta da inflação, diz especialista


A partir do dia 1º de julho, os resgates do Programa TAM Fidelidade para viagens na América do Sul (com exceção dos voos domésticos) serão reajustados. Para a classe econômica, o resgate feito pelo menos sete dias antes do embarque vai passar de 10 mil para 15 mil pontos.


“Eles pisaram na bola de maneira muito abusiva”, avalia o sócio-fundador da Mais Ativos, Álvaro Modernell. “Legalmente ela pode fazer e o ajuste faz parte do jogo. Porém, faz mais de 10 anos que o valor era o mesmo e o consumidor estava acostumado com ele”.

Para o também especialista em educação financeira, o problema não está exatamente no aumento, mas em ele ser de 50%. “Uma alta dessa magnitude não é nem inflação, já é hiperinflação. Não tem justificativa. Não dá para aceitar”.

A companhia informou, por meio de nota, que o ajuste da regra – em vigor desde a criação do programa em 1993 – reflete as profundas alterações do mercado nesse período, preserva o equilíbrio do programa e a manutenção dos benefícios oferecidos aos associados.

Contramão
Modernell lembra que estamos vivendo um cenário em que o Brasil comemora a estabilidade econômica há algum tempo. Porém, desde o final do ano passado, a inflação está surgindo como uma ameaça a essa estabilidade.

Além disso, as milhas são uma moeda que a própria companhia aérea emite e controla. “A TAM toma um atitude inflacionária que vai contra o combate da população”, analisa.

A partir de comentários de amigos e de um protesto publicado no portal Valores Reais, Modernell considerou de extrema importância o apoio a essa causa. “Nós, consumidores, devemos lutar pelos nosso direitos”, destaca.

Ele ainda lembra que a GOL, concorrente direta da TAM, está fazendo promoções em seu programa de milhas, o que torna ainda mais “estranho” e não justificável o aumento programado para julho.

Direitos dos consumidores
Para Modernell, essa medida abre um precedente perigoso, que é a sociedade ficar quieta diante de medidas abusivas. “Faz parte da cultura financeira que queremos transmitir que as pessoas conheçam e lutem pelos seus direitos”, explica.

O educador financeiro sugere três caminhos que os consumidores podem seguir para não ficarem passivos:

  • Protestar diretamente com a companhia;
  • Usar as mídias sociais e outras ferramentas da web para protestar;
  • Buscar alternativas de voo com outras companhias, a fim de que a TAM saiba que a substituição é provisória, como forma de protesto.

Ele reitera que não tem nada contra a companhia aérea. Pelo contrário, acredita que a empresa costuma ser sensível em relação aos consumidores e que esse fato é exceção. “É possível que a TAM reveja esse aumento. Mais que isso, é esperado que ela o faça”, aponta. “Como disse, ela pode fazer um aumento, desde que seja de maneira menos drástica”.

Novos valores das milhas
De acordo com a nota da TAM, as tarifas promocionais a partir de 4 mil pontos Multiplus foram mantidas. Além disso, ela reitera que o programa fidelidade continua sendo o único sem restrições no resgate de pontos para voos no Brasil e na América do Sul.

Na tabela abaixo, é possível conferir as mudanças nas quantidade de pontos exigidas:

Novas regras para resgate das milhas
Classe Até 7 dias antes
do voo:
valor antigo
Até 7 dias antes
do voo:
novo valor
Menos de 7 dias
antes do voo:
valor antigo
Menos de 7 dias
antes do voo:
novo valor
Econômica10.00015.00015.00020.000
Executiva15.00020.00023.00030.000
Primeira20.00030.00030.00040.000
Fonte: TAM

Fonte: Uol

Avião da TAM escapa de colisão perto de Brasília

Jato quase se chocou com pequena aeronave que vinha no sentido oposto, na noite desta segunda-feira. Manobra brusca de piloto assustou passageiros

Avião da TAM após o pouso em Brasília: susto na chegada à capital federal (Veja)

Cinco anos depois do acidente com o avião da Gol, a história quase se repetiu na noite desta segunda-feira, desta vez em Brasília. O piloto de um jato da TAM que chegava à capital federal, vindo de São Paulo, foi obrigado a fazer uma manobra de emergência para evitar uma colisão com outro avião. A ameaça foi detectada pelo sistema de segurança do jato, um Airbus A319. A torre de controle do aeroporto de Brasília não percebeu que havia dois aviões na mesma rota.

O avião da TAM fazia o voo 3712, que partira do aeroporto de Congonhas pouco depois das 19 horas. Com capacidade para carregar 144 pessoas, a aeronave estava praticamente lotada. Faltando cerca de 15 minutos para o pouso em Brasília, os passageiros se assustaram com uma manobra brusca e com o barulho ensurdecedor provocado pela aceleração repentina das turbinas. O avião que se aproximava do A319 era de pequeno porte, segundo uma fonte da companhia aérea.

O susto durou poucos segundos. O suficiente para deixar os passageiros em pânico. “Pensei que ia acabar tudo, que o avião ia cair. Nunca tinha passado por isso”, diz o ator Gustavo Valliatti, que mora em São Paulo e foi a Brasília participar de uma gravação. “Não era um movimento típico de turbulência. Fiquei mais surpreso ainda quando soube que a gente estava numa possível rota de colisão”, relata o bancário Sérgio Pimentel, morador da capital federal.

Depois do susto, o comandante usou o sistema de som do avião para explicar o ocorrido: a manobra, feita manualmente, livrara a aeronave de uma colisão. Funcionários da TAM disseram que, durante o momento crítico, o piloto fez o avião subir 1.500 pés (cerca de 450 metros), o suficiente para evitar o que poderia ser uma tragédia.

O avião pousou em segurança em Brasília. Nenhum passageiro se feriu. A Aeronáutica informou que está apurando o ocorrido. A assessoria de imprensa da TAM não atendeu às ligações do site de VEJA.

Memória – Em 29 de setembro de 2006, um avião da Gol que seguia de Brasília para Manaus caiu no Mato Grosso depois de se chocar com um jato Legacy, fabricado pela Embraer. 154 pessoas que estavam no voo da companhia brasileira morreram.

A investigação do caso mostrou que os pilotos do jato, dois americanos, haviam desligado o aparelho que permitiria o rastreamento da aeronave. Ambos sofreram penas brandas: Joseph Lepore e Jan Paul Paladino foram condenados a quatro anos e meio de prisão em regime semi-aberto, punição que foi substituída pela prestação de serviços comunitários.

No Brasil, dois controladores de voo foram julgados por causa do episódio. Um deles foi absolvido. O outro, Lucivanco Tibúrcio de Alencar, foi condenado a três anos e quatro meses de prisão, pena também transformada na prestação de serviços comunitários.

Fonte: Veja

domingo, 22 de maio de 2011

Tam aumenta frota para 155 unidades com dois novos aviões da Airbus

A Tam incorporou à sua frota, neste mês, duas novas aeronaves – um A330 e um A321, vindos das fábricas da Airbus em Toulouse (França) e em Hamburgo (Alemanha). Com isso, a companhia tem 155 aviões em operação - 143 modelos da Airbus (26 A319, 86 A320, 9 A321, 20 A330 e 2 A340), sete da Boeing (4 B777-300ER e 3 B767-300) e cinco ATR-42, estes utilizados pela Pantanal.

O novo A330 é a segunda das duas aeronaves desse modelo que chegaram neste ano e expandiram as frequências das rotas internacionais de longo curso da Tam, que ligam o Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão (RJ) a Frankfurt (Alemanha), desde o início deste mês. Além da rota Nova York (Estados Unidos) e Londres (Inglaterra), a partir de agosto. O voo extra de ida e volta de São Paulo/Guarulhos a Orlando (Estados Unidos) durante as férias de julho também se tornou possível com a incorporação dos novos aviões.

Já o A321, com capacidade para transportar até 220 passageiros, está configurado em classe única e permite a ampliação da oferta de assentos na malha aérea doméstica da companhia.

Fonte: Mercado e Eventos

TAM amplia liderança nos mercados doméstico e internacional em abril

A TAM Linhas Aéreas registrou crescimento de 38,5% na demanda de passageiros transportados (RPK) em seus voos domésticos em abril, na comparação com o mesmo período de 2010, e, com isso, ampliou sua liderança no mercado brasileiro de aviação, com participação de 44,5%, de acordo com os dados divulgados pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). A companhia ampliou também a liderança no segmento de linhas para o exterior operadas por empresas aéreas brasileiras, com market share de 89,1%.

No mercado doméstico, incluindo os dados da Pantanal, a TAM aumentou sua oferta (ASK) em 18,6%, em relação a abril de 2010. A taxa de ocupação (load factor) foi de 73,2% no mês passado e aumentou 10,6 pontos percentuais na comparação anual. Em parte, contribuíram para esse crescimento três recordes consecutivos de passageiros transportados em um único dia. No dia 15 do mês passado, mais de 126 mil passageiros voaram com a companhia. No dia 20, saída dos feriados de Tiradentes e Semana Santa, cerca de 131 pessoas embarcaram em voos da TAM e, no dia 25, volta do mesmo feriado, mais de 136 mil clientes.

Apesar do forte movimento, a TAM manteve altos índices de pontualidade e regularidade em abril. De acordo com os dados da Infraero, a companhia manteve uma pontualidade de 89% e regularidade de 97,3% nos voos domésticos. Das partidas internacionais, 85,5% não registraram atraso, e apenas 0,8% foram canceladas.

O yield (preço médio pago por passageiro por quilômetro voado) no mercado doméstico permaneceu estável em relação ao mês anterior.

“O desempenho de abril demonstra o sucesso de nossa estratégia focada no equilíbrio entre o market share e a rentabilidade: a forte alta da taxa de ocupação, combinada com a estabilidade do yield, favorece nosso objetivo, que é o crescimento de nossa receita unitária (Rask) e a redução de nosso custo unitário (Cask)”, destaca Líbano Barroso, presidente da TAM Linhas Aéreas. Ele lembra os esforços de redução de custos fixos implementados pela companhia, como por exemplo, o aumento das horas/dia voadas por aeronave.

A estabilidade do preço médio pago por passageiro por quilômetro voado, combinada com o aumento da taxa de ocupação, mostra também que a TAM atinge seu objetivo de promover o transporte aéreo para todos os perfis de passageiros e de estimular as viagens a lazer de clientes que compram suas passagens com antecedência e voam em horários fora de pico ou utilizam bilhetes-prêmio do Programa TAM Fidelidade. “Como explicitamos em nosso slogan, de que ‘A TAM é para todos’, queremos atender desde os clientes que viajam a negócios até os novos passageiros das classes emergentes com serviços de alta qualidade a preços competitivos”, ressalta Barroso.

Nos voos internacionais, a TAM atingiu uma taxa de ocupação de 84,2% em abril, como resultado de um aumento de 20,2% na oferta, combinado com crescimento de 36,1% na demanda. O yield internacional em dólar se manteve estável na comparação com o mês anterior.

No acumulado dos primeiros quatro meses, a TAM registrou market share de 42,5% no mercado doméstico e de 86,6% no segmento das linhas internacionais operadas por empresas aéreas brasileiras. O load factor, por sua vez, foi de 71,2% nos voos nacionais e de 80,8% nas operações para o exterior, com crescimento na demanda de, respectivamente, 20,2% e 20,7%.

Fonte: Jornal do Turismo

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Deputados questionam taxa de conforto da Tam

A taxa de conforto cobrada pela Tam está sendo motivo de críticas dos deputados federais na audiência que está discutindo a situação atual do transporte aéreo de passageiros, em andamento na Câmara dos Deputados, no Anexo II, Plenário 5. Os deputados Valadares Filho (PSB/SE) e Dimas Ramalho (PPS/SP) questionaram a legalidade da taxa, que consideraram absurda.

O vice-presidente comercial e de Alianças da aérea, Paulo Castello Branco, explicou que esses assentos não são vendidos antecipadamente porque são destinados prioritariamente para pessoas com necessidades especiais, sem acréscimo da taxa, conforme determina a legislação. “Quando não vendemos esses assentos, abrimos a venda diretamente no balcão quando não existem pessoas com essas necessidades. É algo opcional e temos tido muita demanda por estes lugares e aos localizados nas saídas de emergência”, afirmou, lembrando que o valor da taxa é de R$ 30,00.

Para a diretora do departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, Juliana Pereira da Silva, a companhia já foi notificada sobre a taxa de conforto, mas o maior problema é a falta de atendimento ao consumidor por parte das companhias aéreas. “O que estamos pedindo é onde está disponível a informação e onde o passageiro exerce seu direito. Temos balcão de vendas e não temos onde ele recorre quando vê seus direitos desrespeitados. Precisamos estabelecer um estande mínimo para a resolução dos problemas in loco, pois as demandas se acumulam nos tribunais”, disse.

Fonte: Panrotas

terça-feira, 17 de maio de 2011

Tam anuncia duas novas rotas internacionais para o segundo semestre de 2011

Durante a manhã de hoje (16/05) o presidente da Tam, Líbano Barroso, e Marco Bologna, presidente da holding Tam S/A, comentaram os resultados da companhia no primeiro trimestre de 2011. Na ocasião, Barroso anunciou a expansão das rotas internacionais da Tam no segundo semestre de 2011, quando a companhia passará a contar com a sua segunda frequência diária para Orlando, nos Estados Unidos, e inaugurará um voo direto para a Cidade do México.

"Estamos buscando novas rotas internacionais onde haja grande demanda para as nossas operações. Mostra disso, é que no primeiro semestre já aumentamos nossas frequências no Rio de Janeiro para Nova York, Londres e Frankfurt. Agora estamos anunciando essas novas duas que serão iniciadas no decorrer do segundo semestre", disse Barroso.

As duas rotas sairão de Guarulhos (SP) e serão operadas por aeronaves Airbus A330 com capacidade para 223 passageiros em três classes. De acordo com o gerente de Vendas Internacionais da companhia, José Roberto Pereira, o voo para Orlando começa a ser operado já para a alta temporada de julho como adicional, como ocorreu nos últimos anos. No entanto, desta vez ele irá permanecer. "No caso da Cidade do México, estamos em fase de preparação, com o processo de busca de autorizações com as autoridades competentes. Normalmente isso demora em torno de seis meses", revelou.

Ainda sobre os resultados do primeiro trimestre de 2011, Barroso ressaltou que a ocupação nos voos internacionais da companhia teve chegou a 80%, contra 77% no mesmo período do mesmo período do ano passado. Outro dado revelado hoje são os resultados do primeiro ano após o ingresso da companhia na Star Alliance, que foi completado no último dia 13 de maio. "Desde o ingresso na Star Alliance, tivemos um aumento de 63% no número de passageiros transportados com os bilhetes gerados pelas companhias parceiras da aliança", afirmou. "As receitas adicionais superaram os US$ 60 milhões, que era a nossa previsão inicial", completou.

Fonte: Mercado e Eventos

TAM registra lucro líquido de R$ 128,8 milhões no primeiro trimestre

A TAM (Bovespa: TAMM4, NYSE: TAM) obteve lucro líquido de R$ 128,8 milhões no primeiro trimestre deste ano e reverteu a situação de perdas no mesmo período de 2010, quando havia registrado prejuízo de R$ 71 milhões. O lucro operacional (EBIT) cresceu 43,6%, para R$ 110,2 milhões, na comparação com o primeiro trimestre do ano anterior. A receita operacional bruta aumentou 17,1%, para R$ 3,2 bilhões no mesmo período, sendo que o faturamento com passageiros em voos domésticos e internacionais cresceu 7,2%, para R$ 2,4 bilhões. O total de passageiros pagantes transportados atingiu 9,3 milhões, com alta de 11,9%. A companhia operou uma média diária de 881 voos no período.

"O bom desempenho apresentado pela TAM no primeiro trimestre reflete o impacto positivo dos alicerces que construímos para o novo período de crescimento da aviação brasileira. Temos hoje uma equipe de 29.110 pessoas, empenhada em oferecer serviços de alta qualidade", destaca o presidente da holding TAM S/A, Marco Antonio Bologna, lembrando que esse quadro é 3,3% maior que em dezembro de 2010. "Podemos destacar ainda nossa adesão à Star Alliance, que completa um ano neste mês de maio; a consolidação das atividades do Multiplus Fidelidade como companhia aberta; o desenvolvimento do modelo de franquias da TAM Viagens e a conquista de novos clientes pela TAM MRO, nossa unidade de negócios de prestação de serviços de manutenção e revisão de aeronaves."

O presidente da TAM Linhas Aéreas, Líbano Barroso, explica que os bons resultados operacionais e financeiros refletem o sucesso dos esforços desenvolvidos pela companhia para a redução de custos operacionais, combinados com ações voltadas para ampliar ainda mais a prestação de serviços de alta qualidade aos passageiros. "Entre as novas ações com foco na conveniência e no conforto de nossos clientes, podemos citar as parcerias inéditas com a Pássaro Marron e a Princesa do Agreste, empresas interestaduais de ônibus das regiões Sudeste e Nordeste, respectivamente, para a venda combinada de passagens de ônibus e de bilhetes aéreos. Outra iniciativa importante é a inauguração de 17 novas lojas TAM Viagens em todo o Brasil neste ano, dentro do modelo de franquias implementado pela nossa operadora de turismo, que irá ampliar a rede das atuais 90 para 200 unidades franqueadas ainda em 2011."

Mercado doméstico

Nas operações domésticas, que incluem as atividades da Pantanal, as receitas com passageiros cresceram 8,2% no primeiro trimestre, para 1,5 bilhão, na comparação com o mesmo período de 2010, e o número de clientes pagantes aumentou 11,5%, para 7,9 milhões. A demanda (RPK) cresceu 14,8% e, combinada com aumento da oferta (ASK) em 12,9%, elevou a taxa de ocupação (load factor) em 1,2 ponto percentual, para 70,4%. Já o preço médio pago por passageiro em cada quilômetro voado (yield) teve uma redução de 5,7%, para 18,2 centavos de real.

O primeiro trimestre de 2011 foi marcado pela elevada concentração de passageiros voando a lazer, acentuada pelo feriado de Carnaval, que, neste ano, foi em março, retardando o retorno do viajante de negócios. Isso resultou no aumento da taxa de ocupação e em uma consequente diluição do yield, uma vez que os clientes que viajam a lazer compram suas passagens com antecedência, pagando tarifas menores e utilizando bilhetes-prêmio do Programa TAM Fidelidade.

"Os números comprovam o sucesso da estratégia que implementamos para tornar as viagens de avião acessíveis para uma parcela cada vez maior da população, mantendo um serviço de alto nível de qualidade", ressalta Barroso. "No último dia 25 de abril, na volta do feriado de Tiradentes e da Semana Santa, 136 mil pessoas viajaram em nossas aeronaves, e batemos o recorde de passageiros transportados num único dia." De acordo com as estatísticas da Infraero, na mesma data, a TAM manteve uma pontualidade de 83,8% e regularidade de 98,7% nos voos domésticos.

Outro destaque do trimestre foi a assinatura, em 29 de março último, de uma carta de intenções, sem nenhum efeito vinculante, com a TRIP Linhas Aéreas, com o objetivo de identificar oportunidades para o fortalecimento e a expansão dos negócios por meio do desenvolvimento de uma aliança estratégica complementar ao acordo de codeshare (compartilhamento de código de voo) já existente entre as duas companhias. Nos termos da carta de intenções, a TAM poderá adquirir, ao final das negociações, uma participação minoritária no capital social da TRIP, representativa de 31% do seu capital social total, sendo 25% do seu capital social votante, e o restante em ações preferenciais.

Com esse acordo, a TAM procura capturar o crescimento do mercado e ter uma exposição mais significativa nas rotas de e para cidades de média densidade. Os voos atuais da TAM e da TRIP, em sua grande maioria, são complementares. A melhoria da conectividade poderá gerar um fluxo de passageiros ainda maior para as duas companhias.

Mercado internacional

Nas operações internacionais, as receitas com passageiros cresceram 5,6% no primeiro trimestre, para R$ 861,6 milhões, sempre na comparação anual, e o número de passageiros pagantes aumentou 14,2%, para 1,4 milhão. A TAM tem registrado demanda alta e consistente no mercado internacional, estimulada pelo fortalecimento do real principalmente no primeiro trimestre, cujo movimento é composto basicamente por passageiros que viajam a lazer, resultando em altas taxas de ocupação.

A demanda (RPK) cresceu 16,3% e, combinada com aumento da oferta (ASK) em 11,9%, elevou o load factor em 3 pontos percentuais, para 79,6%. Já o yield teve uma redução de 9,2%, para 14,8 centavos de real. Em dólar, a diminuição foi de 1,8%, para 8,9 centavos de dólar.

Receitas da TAM Cargo e do Multiplus Fidelidade

As receitas da unidade de cargas atingiram R$ 255,1 milhões, com leve redução de 0,3%, na comparação com o primeiro trimestre de 2010, com as operações domésticas registrando crescimento de 1,9%, para R$ 117,7 milhões, e as internacionais, redução de 2,1%, para R$ 137,4 milhões, influenciadas pela valorização média do real de 7,5% em relação ao dólar no período. A TAM Cargo apresentou duas novidades ao mercado: o serviço Pré Pago, que permite ao cliente adquirir uma embalagem exclusiva e solicitar o envio de encomenda pelo preço fixo de R$ 22,90; e a embalagem Big Box Refrigerada, revestida com três camadas de proteção (PVC, Poliuretano e Polipropileno Corrugado) para a manutenção da temperatura.

O grupo de outras receitas operacionais apresentou crescimento de 126,1%, para R$ 542,8 milhões, na comparação anual, devido principalmente ao aumento de 456,6% na receita da Muliplus S/A, que atingiu R$ 227 milhões no primeiro trimestre.

Hedge de combustível

No primeiro trimestre a TAM obteve R$ 55,8 milhões de ganhos líquidos com suas posições de hedge de combustível, devido ao aumento do preço internacional do barril de petróleo, que passou de US$ 91,4 para US$ 106,7 entre os finais do quarto trimestre de 2010 e do primeiro trimestre de 2011. A política de hedge de combustível da TAM estabelece uma cobertura mínima de 20% do consumo estimado de 12 meses. Para os próximos 12 meses, a companhia tem cobertura para 25% do consumo a um preço médio de exercício de US$ 87 por barril.

Câmbio

Outro impacto positivo foram os ganhos cambiais líquidos de R$ 151,2 milhões, decorrentes da desvalorização do câmbio, de R$ 1,67 no final de 2010 para R$ 1,63. Esses ganhos incidem, principalmente, sobre o arrendamento mercantil financeiro de aeronaves.

As despesas com combustíveis atingiram R$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre, com aumento de 33%, devido principalmente à elevação de 12,5% no preço médio, refletindo a alta de 19,7% no preço médio do barril de petróleo no mercado internacional, na comparação anual. Contribuiu também o crescimento de 12,3% no volume consumido, causado pelos aumentos de 11,9% na quantidade de horas voadas e de 1,9 ponto percentual nas taxas de ocupação das aeronaves, elevando o peso transportado. O impacto da elevação das despesas com combustíveis foi parcialmente compensado pela apreciação do real frente ao dólar em 7,5% na média do período e também pelo aumento da etapa média dos voos em 2,1%.

Fonte: Aviação Notícias