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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Empresa aérea alemã anuncia compra de 5 aviões da Embraer



Empresa alemã encomenda cinco Embraer 195

A companhia aérea alemã Lufthansa anunciou nesta quinta-feira a encomenda de 12 aviões, sendo sete deles da Airbus e cinco da brasileira Embraer, por um "preço total de 1 bilhão de euros" (US$ 1,350 bilhão). As aeronaves brasileiras serão operadas pela parceira italiana Air Dolomiti, com sede em Verona. De acordo com a Embraer, o valor do negócio, referido a preço de lista, é de US$ 226 milhões.

Segundo um comunicado da Lufthansa, a empresa disse ter efetuado um pedido para a Airbus de dois A380, um A330-300 e quatro A320, assim como cinco Embraer 195, para entrega a partir de 2012. O pedido foi anunciado num momento em que a líder alemã da aviação comercial atravessa um momento delicado, decorrente da desaceleração da economia mundial.

A Air Dolomiti opera atualmente cinco jatos E-195. Os novos aviões serão utilizados para adicionar vôos em rotas domésticas e aumentar a frequência de vôos entre Verona e o centro de operações (hub) da Lufthansa em Munique. Segundo a empresa brasileira, os E195 serão configurados com um novo assento ergonômico, que oferece o mesmo nível de conforto, porém tem menor peso, auxiliando na redução do consumo de combustível.

Biocombustível
O A321 "D-AIDG" da Lufthansa está realizando quatro voos diários de Hamburgo a Frankfurt, na Alemanha, para testar a utilidade do biocombustível no dia a dia, de acordo com informações da companhia aérea. Para a realização do teste, que terá duração de seis meses e teve início no dia 15 de julho, a empresa está abastacendo a turbina do lado direito do avião com 50% de biocombustível e 50% de Jet A-1, combustível de jato, com intenção de fazer um balanço sobre os gastos.

Segundo a Lufthansa, o biocombustível é composto de pinhão manso, e linho selvagem, além de gorduras animais, e tem densidade 4% maior que o Jet A-1 puro. Durante o voo, a turbina abastecida com a mistura de biocombustível é desligada e ligada novamente e as bombas de combustível desligadas. Segundo o comandante Nikolai Pointner, a turbina com biocombustível tem o mesmo desempenho de quando abastecida com Jet A-1. O comandante afirmou, em nota, que a companhia espera provar que a turbina que opera com biocombustível tem gasto menor que a com Jet A-1.

Apesar dos testes, a tripulação é preparada normalmente para o voo. De acordo com a Lufthansa, antes do voo inaugural com passageiros, a aeronave foi testada até os "últimos detalhes" em um voo de verificação funcional abastecido com biocombustível.

Fonte: AFP

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Jato da Embraer ganha certificação para ser vendido na Índia

A Embraer recebeu da Diretoria Geral de Aviação Civil (DGCA) da Índia o certificado de tipo para a aeronave Phenom 300, informou a empresa nesta quarta-feira (14). Esta certificação abre espaço para o modelo, que já atua em mais de 40 países, no mercado indiano.

"Estamos muito satisfeitos pela aceitação do Phenom 300 na Índia e continuamos levando o jato para outras regiões do mundo. Esperamos que nossos clientes, operadores e passageiros indianos aproveitem os benefícios desta aeronave diferenciada, bem como a utilidade e o conforto deste jato que é o melhor em sua categoria", afirmou em nota o Diretor de Marketing e Vendas da Embraer para a Ásia-Pacífico - Aviação Executiva, José Eduardo Costas.

Aeronave da Embraer conseguiu o certificado para poder entrar no importante mercado indiano

O modelo pode chegar a 839 km/h, com alcance de 3.650 km, afirmou a empresa. A aeronave poderá viajar de Déli ou Mumbai, os centros financeiros da Índia, a qualquer outra cidade do País sem escalas. A Embraer, que possui 19% do mercado de jatos executivos do mundo, entregou 26 modelos Phenom 300 no ano passado. De abril a junho, a empresa registrou um lucro líquido de R$ 153,8 milhões.

Fonte: JB

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ex-funcionários da Nasa são a base da nova fábrica da Embraer nos EUA

Com cortes no programa espacial, empresa brasileira recrutou 26% de sua mão-de-obra da agência para começar a produzir no país

Ryan Mitchell atuou por sete anos na Nasa e agora trabalha na nova fábrica da Embraer,
a poucos km

O engenheiro norte-americano Ryan Mitchell, teve uma experiência singular em uma pequena ilha, com 30 habitantes, nas Bahamas.

“Minha família adorava falar sobre eu trabalhar no programa espacial. Vamos a um restaurante e meus pais e irmãos todos falam: ‘Ele é engenheiro da Nasa (agência espacial dos Estados Unidos)!’ Aí, em uma ilha pequena nas Bahamas, onde vivem umas 30 pessoas, meu irmão disse à garçonete: ‘Ele é engenheiro da Nasa!’ Ela perguntou: ‘Nasa... Que Nasa?’, e ele: ‘A da nave espacial!’, mas ela nunca tinha ouvido falar. Foi a única vez na vida que isso aconteceu, uma pessoa que não conhecia a Nasa. Eu ri muito”, contou ao iG, em entrevista por telefone.

Depois de sete anos participando como prestador de serviço em 22 missões espaciais, Ryan não é mais engenheiro da Nasa. Há seis meses, ele e 17 ex-colegas na supertecnológica agência espacial norte-americana formam a espinha dorsal da primeira fábrica da brasileira Embraer em território dos EUA, em Melbourne, Flórida. O grupo ex-Nasa corresponde a mais de um quarto (26%) dos novos 70 funcionários da Embraer na planta. É a segunda fábrica da Embraer fora do Brasil - a outra fica na China.

A escolha do local para se instalar na “Costa Espacial”, a menos de meia-hora do John Kennedy Space Center, casa da Nasa, não foi por acaso. A empresa aproveitou o fim do programa espacial e a demissão em massa da Nasa para recrutar mão-de-obra qualificada entre 5.000 candidatos, a maioria da região, para o início dos trabalhos.

Além de a maioria dos clientes da Embraer estar nos EUA e da familiaridade da Flórida para brasileiros, “a decisão final de instalar a fábrica em Melbourne teve muito a ver com a disponibilidade de engenheiros e técnicos altamente qualificados e especializados, disponíveis devido ao corte de mão-de-obra da Nasa. Estamos a menos de 30 minutos do Cabo Canaveral”, explicou ao iG o diretor-geral da Embraer Executive Jets, Phill Krull.

Ryan Mitchell brinca de astronauta, quando trabalhava na Nasa

Inicialmente, a nova fábrica americana vai montar apenas o Phenom 100, menor modelo da Embraer, para seis pessoas. Parte do avião vai do Brasil para lá, onde é montado.

É com a base de funcionários da Nasa – e a contratação de pessoal para um segundo turno de trabalho até o meio de 2012 – que a Embraer conta para entregar um Phenom 100 até novembro, 31 em 2012 e 60 em 2013, para atender à já “considerável demanda”, segundo o diretor.

Mais de um quarto dos funcionários da nova fábrica da Embraer nos EUA veio da Nasa

“Estamos começando pelo menor jato de todos, e vamos estar seguros de que todo mundo está bem treinado e familiarizado com os aviões menores, antes de começarmos a trabalhar com aeronaves maiores. É mais uma decisão operacional do que comercial”, disse Krull, segundo quem a fábrica terá capacidade de produzir oito aviões por mês.

Os contratados estão acostumados a desafios e pressão. Ryan entrou para a Nasa após o “desastre da Columbia”, nave espacial que explodiu no retorno à Terra, em 1º de fevereiro de 2003. Daniel Jingle já estava lá havia muitos anos. Quando a Challenger explodiu no lançamento, em 28 de janeiro de 1986, Daniel já era um veterano no programa espacial, que ajudou a construir.

Glamour
Daniel passou 31 anos na Nasa. “De forma geral, é muito glamouroso. É uma máquina sensacional. Ter sido parte é um orgulho, e os EUA têm muito orgulho da Nasa. É empolgante trabalhar nesse programa e eu adorei cada minuto. Quando eu trabalhava na nave, os momentos mais empolgantes eram os lançamentos. Mas quando passei para o motor principal mudou. A nave se separava do propulsor e todo mundo batia palmas... Mas os motores em que eu trabalhava ainda estavam a todo vapor por mais 6 minutos e meio. Aí era estressante... Mas terminou bem todas as vezes”, disse Daniel.

Daniel Jingle, na Nasa

É evidente o orgulho dos profissionais que atuaram na Nasa. “É claro que, no seu dia-a-dia, você chega ao trabalho com outras pessoas como você (que trabalham na Nasa), então não tem ninguém te dando parabéns quando você chega ao escritório”, brinca Ryan. Mesmo fora da agência, ele diz ter “uma mãozinha” nos dois últimos lançamentos, embora não tenha ficado até o fim.

Tecnologia mais avançada que a de voos espaciais do passado
Para Daniel – que atuou na inspeção, concepção de peças de foguetes, reforma de peças usadas e no motor principal de naves espaciais – o começo do programa espacial da Nasa “se assemelha muito” ao que vivem hoje na Embraer. “Estamos desenvolvendo procedimentos e todo mundo está aprendendo a fazer tudo. Com minha experiência, não tenho medo do que pode acontecer no dia-a-dia. Todo dia, há uma nova dificuldade, obstáculos, procedimentos que precisam ser adaptados”, afirmou, segundo quem a transição é “suave”.

É muito parecido. A diferença é que a cada lançamento de nave espacial, se gasta US$ 500 milhões!”, ri Ryan. “Aqui, todo mundo trabalha muito bem junto no time, é um grupo menor. Uma das melhores partes do trabalho é o fato de poder ser multitarefas, usar muitos ‘chapéus’, enquanto na equipe espacial na Nasa são 10 mil pessoas e se tem um escopo muito limitado. Aqui é muito dinâmico e interessante de se trabalhar”, disse o engenheiro.

Daniel posa com os novos colegas da Embraer, à frente do Phenom 100

Os dois profissionais consideram que a cultura de “arraigada de segurança e qualidade” trazida da Nasa “se encaixa perfeitamente na cultura corporativa” da Embraer.

Ryan, que considerou “uma grande ideia” da Embraer usar a força de trabalho da Nasa, vê ainda semelhanças inimagináveis, para um leigo, entre os foguetes e os jatos executivos.

“O Phenom 100 voa a 41 mil pés, com pressão de 1 PSI absoluto (medida de pressão de libras por polegada quadrada), pressão igual à da órbita terrestre, à mesma velocidade, com o mesmo número de pessoas na aeronave e o mesmo material das naves espaciais. Estamos falando de situações muito parecidas. Não é como se tivéssemos vindo de fazer torradeiras, é praticamente a mesma coisa. Os procedimentos e certificados, é tudo muito parecido”, disse.

“Só que temos mais equipamentos de alta tecnologia hoje. Comparando, a tecnologia eletrônica a bordo do Phenom 100 é mais avançada do que a usada na maioria dos vôos espaciais da Nasa”, afirmou Ryan.

Ryan Mitchell em grupo na Nasa, onde atuou sete anos, antes de ir para a Embraer

Fonte: IG

terça-feira, 21 de junho de 2011

A Embraer acredita que há riscos no cumprimento do contrato pela companhia aérea americana JetBlue, de acordo com informações do presidente da fabricante de aviões, Frederico Curado. A JetBlue, que vem enfrentando dificuldades, foi a cliente lançadora do avião Embraer 190, de 100 passageiros, com pedido firme de 100 unidades e outras 100 opções de compra, em contrato assinado em 2003 avaliado à época em até 6 bilhões de dólares. "Já deveriam ter sido entregues os 100 (aviões do pedido firme) há bastante tempo. Era para terem sido entregues em quatro, cinco anos e isso não aconteceu. Temos tido uma enorme flexibilidade em termos de ajustar as entregas", disse Curado na véspera da abertura da Paris Air Show, em Le Bourget.

A multa prevista em contrato para a JetBlue no caso de cancelamento do pedido acaba não sendo uma alternativa pelo valor irrisório diante da possibilidade de perda de um cliente dessa relevância. Até o final de março, a Embraer tinha entregue apenas 49 aviões para a JetBlue. Segundo Curado, se a companhia americana adotar em sua frota o novo avião A320neo, da Airbus, a fabricante brasileira "pode ter um risco maior" com as 51 aeronaves restantes da encomenda firme.

Questionado sobre as 100 opções de compra da JetBlue, o executivo foi taxativo: "Exercer as opções é pouco provável, sinceramente". Ele frisou, contudo, que dada a diversificação da base de clientes - são cerca de 60 companhias aéreas atualmente no mundo voando com os E-Jets de 70 a 122 assentos da Embraer - o impacto no resultado da empresa não seria dramático. A Embraer tinha, no final do terceiro trimestre, pedidos firmes por 270 aviões comercias - o equivalente a entre dois e três anos de entregas. Além disso, a carteira contava com 705 opções de compra, número considerado expressivo por analistas.

Segundo Curado, a Embraer tem conseguido transformar mais de 50% das opções em encomendas firmes. A manutenção dessa taxa de sucesso dependerá da conjuntura econômica.

Entregas - Sobre a meta de entregas de aviões comerciais em 2011, de 102 unidades, Curado disse que ela será cumprida apesar de problemas no fornecimento de componentes do Japão, decorrentes do terremoto e tsunami que atingiram o país asiático em março.

O atraso no recebimento de motores da General Electric com peças japonesas fará com que as entregas de jatos no segundo e no terceiro trimestres fiquem um pouco baixas, mas haverá concentração de outubro a dezembro para compensar. Curado disse ainda que a Embraer pretende ter pelo menos 1 pedido novo para cada entrega de avião comercial feita em 2011, para fazer a carteira de pedidos "crescer um pouco".

O executivo afirmou que a Embraer já sente mais pressão de novos concorrentes nas campanhas de vendas, sobretudo da russa Sukhoi com o Superjet 100. Ele citou também o CSeries, da rival canadense Bombardier, ainda em desenvolvimento.

Diante do aumento da competição, a Embraer tem sido criticada por alguns analistas pela demora em decidir seu próximo passo na aviação comercial, se remodela sua atual família de jatos ou se parte para um custoso e arriscado desenvolvimento de uma aeronave maior que a colocaria em disputa com as gigantes Boeing e Airbus. "Estamos sentindo o aumento da competição e não podemos ter ilusão de que vamos ficar de braços cruzados sem anunciar nossos planos e está tudo bem. A expectativa começa a aumentar. Eu continuo achando que até o final do ano a gente já tem um direcionamento", disse.

Encomendas - Durante o evento em Le Bourget, a empresa disse ter recebido encomendas de 39 jatos regionais 190, no valor de 1,7 bilhão de dólares pelo preço de tabela. Os clientes incluem Air Lease Corp, Air Astana, General Electric, Sriwijaya Air e Kenya Airways. A Embraer previu ainda a demanda por 7.225 jatos regionais nos próximos 20 anos, no valor de 320 bilhões de dólares "Vimos uma demanda muito boa por nossos jatos", disse Paulo Cesar de Souza e Silva, vice-presidente de aviação comercial da Embraer.

A empresa terminou março com 16 bilhões de dólares em pedidos firmes nos segmentos de aviação comercial, executiva e defesa, 400 milhões de dólares a mais que dezembro de 2010.

Fonte: Veja Abril

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Embraer e APG lançam software de operações de voo para IPAD

A Embraer e a APG (Aircraft Performance Group) anunciaram uma parceria para desenvolver o aplicativo iPreFlight para os jatos executivos Phenom 100 e Phenom 300. Desde o lançamento, em 2010, o iPad se tornou uma importante ferramenta na cabine de pilotagem para muitos clientes.

Constantemente empenhada em oferecer soluções que atendam às necessidades mais urgentes dos clientes, a Embraer e a APG desenvolveram um aplicativo integrado para uso no iPad, oferecendo comodidade, otimização e segurança em um único pacote.

“A Embraer está muito satisfeita em oferecer soluções de suporte para atender às demandas dos clientes”, disse Sérgio Cunha, gerente sênior de suporte às Operações de Voo da Embraer – Aviação Executiva.

“Com o iPreFlight, temos certeza que os clientes terão a melhor ferramenta de operações de voo disponível, o que tornará a experiência com nossas aeronaves cada vez melhor e mais agradável.” Este é muito mais que um simples aplicativo. É um pacote completo de desempenho para utilização no iPad. O software usa informações de desempenho certificadas e aprovadas pelas autoridades de certificação brasileira (ANAC), norte-americana (FAA) e europeia (EASA). O aplicativo estará disponível a partir do Apple App Store e requer assinatura feita diretamente com a APG, que oferece uma versão experimental gratuita por tempo limitado. O iPreFlight permite aos operadores executar funções cruciais, como otimizar a carga paga da aeronave para cada pista utilizada; calcular o desempenho de decolagem com base no amplo banco de dados de aeroportos, desenvolvido pela APG, considerando obstáculos; acessar informações como NOTAM e METAR de todos os aeroportos na rota em questão, assim como mapas e cartas aeronáuticas; baixar e armazenar cartas de aproximação e diagramas de aeroportos e ler informações atualizadas sobre as condições meteorológicas.

“O iPreflight consolida várias funções pré-voo em um único programa, assegurando não só limites de desempenho de pouso e decolagem precisos e carregamento seguro da aeronave,mas também permitindo que os pilotos calculem rapidamente a carga paga disponível e o combustível requerido para voo”, disse Rogers Hemphill, co-fundador da APG.

O aplicativo iPreFlight estará disponível inicialmente para os clientes dos Phenom 100 e Phenom 300 na América do Norte, mas em breve será oferecido em outras regiões. A Embraer e a APG planejam disponibilizar esta ferramenta para todo o portfólio de jatos executivos da Embraer até o final deste ano.

Perfil-A APG é uma empresa de engenharia de desempenho com sede em Denver, Estado do Colorado, Estados Unidos. Foi criada em 1999, com o objetivo principal de oferecer informações de pouso e decolagem para apoiar as operações de voo da aviação comercial e corporativa. Atualmente, a APG mantém um amplo banco de dados com informações de aeroportos e oferece suporte para mais de três mil aeronaves executivas e 50 empresas aéreas em todo o mundo. A companhia também tem experiência em digitalização de manuais de voo aprovados (AFM) para utilização em seus próprios programas de desempenho e também nos programas dos fabricantes de aeronaves.

Perfil-A Embraer S.A. (NYSE: ERJ; BM&FBovespa: EMBR3) é uma empresa líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, China, Estados Unidos, França, Portugal e Singapura. Fundada em 1969, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves e sistemas para os segmentos de aviação comercial, aviação executiva e defesa e segurança. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Em 31 de março de 2011, a Embraer contava com 17.253 empregados – número que não inclui funcionários das subsidiárias não-integrais – e possuía uma carteira de pedidos firmes a entregar de USD 16,0 bilhões.|ww.embraer.com.br

Fonte: Revista Fator