A Webjet é a empresa mais eficiente do mercado de aviação pelo 4º mês consecutivo, segundo dados divulgados pela Infraero. O índice de eficiência da companhia ficou em 91,17% em maio, contra 86,7% da média das cinco principais empresas. A Webjet também foi a empresa mais pontual, com 93,76 de seus voos partindo no horário.
"Sempre fomos a companhia mais barata, e agora somos também a mais eficiente, a mais pontual. Tudo isso aliado à segurança, nossa primeira prioridade, e um bom atendimento", explica o presidente da Webjet, Fábio Godinho.
Fonte: Mercado e Eventos
Mostrando postagens com marcador WebJet. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador WebJet. Mostrar todas as postagens
sábado, 11 de junho de 2011
Webjet é a mais pontual, segundo a Infraero
terça-feira, 7 de junho de 2011
Avião quase decola com pessoas no bagageiro
Minutos antes da decolagem, as portas do compartimento de bagagem foram fechadas e o mecânico não percebeu a presença dos dois funcionários. O comandante constatou o ocorrido e a equipe de manutenção do avião abriu novamente a porta do bagageiro para que os funcionários saíssem de lá.
Segundo a Webjet, o incidente não colocou em risco a integridade física dos funcionários e a segurança da aeronave. O voo sofreu apenas um pequeno atraso por conta do ocorrido. Em nota, a companhia aérea ratificou que "a segurança é e sempre será sua primeira prioridade."
Fonte: Bonde
domingo, 5 de junho de 2011
Reparo com fita preocupa passageiros da Webjet, mas aérea diz que procedimento é seguro
Alguns passageiros do voo 6700 da Webjet (Rio-Porto Alegre) que faziam o trajeto na manhã do último domingo (29) tomaram um susto ao olhar pela janela do avião. Parte da fuselagem da aeronave havia sido reparada com uma fita, que é permitida pelas autoridades para uso em consertos temporários; no entanto, o tamanho do reparo impressionou e assustou quem estava a bordo.
Reparo feito com fita preocupa passageiros da Webjet - Foto do leitor Marcos Sketch
"Ficamos todos assustados quando vimos. Duas pessoas na minha timeline (do Twitter) disseram que isso é aceito pela Anac, mas, pela quantidade de gente assustada como nós - e também pelo tamanho do buraco - me parece preocupante", contou, em entrevista pelo Facebook, Marcos Sketch, empresário da banda Forfun, que fez as fotos e divulgou no Twitter.
O empresário lembrou que costuma viajar de avião com frequência e nunca tinha visto algo do tipo. "O que me intriga é que, como disse um amigo meu, o Detran não aprova carros com o pisca-alerta quebrado. Então é natural a gente se preocupar ao ver um buraco desse tamanho", relatou.
Em nota enviada por e-mail, a Webjet explica que o material usado na aeronave é uma fita homologada para aplicação em superfícies externas das aeronaves. "Os critérios para utilização e aplicação também são especificados nos manuais dos fabricantes das aeronaves, tal como o manual de reparos estruturais, e são sempre usadas em caráter temporário até que o reparo definitivo seja realizado, não comprometendo a segurança. Neste evento em que foi usado um excesso redundante da fita, o problema foi resolvido de forma permanente no mesmo dia em que foi detectado pelo nosso passageiro", afirma a empresa.
A Anac, por sua vez, diz que "a fita foi colocada para cobrir a falta da porta de acesso em questão. A aeronave pode ser despachada para vôo sem esta porta de acesso" e, no caso em questão, "pode ser colocada uma fita aeronáutica".
Fonte: O Globo
"Ficamos todos assustados quando vimos. Duas pessoas na minha timeline (do Twitter) disseram que isso é aceito pela Anac, mas, pela quantidade de gente assustada como nós - e também pelo tamanho do buraco - me parece preocupante", contou, em entrevista pelo Facebook, Marcos Sketch, empresário da banda Forfun, que fez as fotos e divulgou no Twitter.
O empresário lembrou que costuma viajar de avião com frequência e nunca tinha visto algo do tipo. "O que me intriga é que, como disse um amigo meu, o Detran não aprova carros com o pisca-alerta quebrado. Então é natural a gente se preocupar ao ver um buraco desse tamanho", relatou.
Em nota enviada por e-mail, a Webjet explica que o material usado na aeronave é uma fita homologada para aplicação em superfícies externas das aeronaves. "Os critérios para utilização e aplicação também são especificados nos manuais dos fabricantes das aeronaves, tal como o manual de reparos estruturais, e são sempre usadas em caráter temporário até que o reparo definitivo seja realizado, não comprometendo a segurança. Neste evento em que foi usado um excesso redundante da fita, o problema foi resolvido de forma permanente no mesmo dia em que foi detectado pelo nosso passageiro", afirma a empresa.
A Anac, por sua vez, diz que "a fita foi colocada para cobrir a falta da porta de acesso em questão. A aeronave pode ser despachada para vôo sem esta porta de acesso" e, no caso em questão, "pode ser colocada uma fita aeronáutica".
Fonte: O Globo
Webjet poderá ser vendida, diz o empresário Guilherme Paulus
Em entrevista ao iG, o empresário Guilherme Paulus, dono da Webjet, diz que pode vender a companhia se receber boas propostas
O empresário Guilherme Paulus, dono da Webjet, diz que os rumores de que a negocia a venda da empresa para a companhia irlandesa de baixo custo RyanAir não passam de boatos. Em entrevista exclusiva ao iG, o empresário afirmou que a companhia não está à venda, mas, se receber uma boa proposta, pode fechar negócio.
O empresário Guilherme Paulus, dono da Webjet e da CVC
“Não precisamos de sócios, porque a empresa está capitalizada”, disse o empresário. “Mas se aparecerem propostas interessantes, a gente topa sim”, completa.
A elevação do limite de capital estrangeiro para as companhias brasileiras, de 20% para 49%, é que viabilizará os negócios no setor. “Ninguém quer comprar 20% de uma empresa aérea”, diz Paulus.
O empresário, que também é dono da agência de viagens CVC, lembra que a restrição legal a estrangeiros já o impediu de fazer negócios com a Webjet. Esse foi o motivo que a companhia aérea não foi incluída na negociação com o fundo americano Carlyle, que comprou 60% da CVC em dezembro de 2009. “Eles não se interessaram pela Webjet por causa disso“, diz Paulus.
Os rumores de negociações com a RyanAir se fortaleceram depois que a Webjet passou a reestruturar sua operação para o modelo de “baixo custo e baixa tarifa”.
Ações de redução de despesas, como a cobrança de lanches a bordo, começaram a ser implementadas a partir de 2009. O modelo da Webjet foi inspirado na operação de três companhias estrangeiras, uma delas, a RyanAir.
Foco na Bolsa
Apesar de não descartar boas propostas para associações, a Webjet vai priorizar a busca por sócios para companhia no mercado de capitais. A empresa fez um pedido para lançar ações na bolsa de valores em fevereiro desde ano, mas suspendeu a emissão por conta de incertezas no mercado financeiro.
A companhia ainda não definiu um prazo para retomar o IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês). “A operação está suspensa até que o mercado se acalme”, diz Paulus.
A Webjet ocupa a quarta companhia posição no mercado brasileiro, com 5,19% do tráfego doméstico, segundo dados de abril da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A companhia possui hoje uma frota com 24 aeronaves Boeing e sua meta é alcançar 30 aeronaves até o fim do ano e 60 em 2014.
Fonte: IG
O empresário Guilherme Paulus, dono da Webjet, diz que os rumores de que a negocia a venda da empresa para a companhia irlandesa de baixo custo RyanAir não passam de boatos. Em entrevista exclusiva ao iG, o empresário afirmou que a companhia não está à venda, mas, se receber uma boa proposta, pode fechar negócio.
“Não precisamos de sócios, porque a empresa está capitalizada”, disse o empresário. “Mas se aparecerem propostas interessantes, a gente topa sim”, completa.
A elevação do limite de capital estrangeiro para as companhias brasileiras, de 20% para 49%, é que viabilizará os negócios no setor. “Ninguém quer comprar 20% de uma empresa aérea”, diz Paulus.
O empresário, que também é dono da agência de viagens CVC, lembra que a restrição legal a estrangeiros já o impediu de fazer negócios com a Webjet. Esse foi o motivo que a companhia aérea não foi incluída na negociação com o fundo americano Carlyle, que comprou 60% da CVC em dezembro de 2009. “Eles não se interessaram pela Webjet por causa disso“, diz Paulus.
Os rumores de negociações com a RyanAir se fortaleceram depois que a Webjet passou a reestruturar sua operação para o modelo de “baixo custo e baixa tarifa”.
Ações de redução de despesas, como a cobrança de lanches a bordo, começaram a ser implementadas a partir de 2009. O modelo da Webjet foi inspirado na operação de três companhias estrangeiras, uma delas, a RyanAir.
Foco na Bolsa
Apesar de não descartar boas propostas para associações, a Webjet vai priorizar a busca por sócios para companhia no mercado de capitais. A empresa fez um pedido para lançar ações na bolsa de valores em fevereiro desde ano, mas suspendeu a emissão por conta de incertezas no mercado financeiro.
A companhia ainda não definiu um prazo para retomar o IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês). “A operação está suspensa até que o mercado se acalme”, diz Paulus.
A Webjet ocupa a quarta companhia posição no mercado brasileiro, com 5,19% do tráfego doméstico, segundo dados de abril da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A companhia possui hoje uma frota com 24 aeronaves Boeing e sua meta é alcançar 30 aeronaves até o fim do ano e 60 em 2014.
Fonte: IG
Assinar:
Postagens (Atom)