Na ocasião, executivos da TAM afirmaram que a empresa pode vir a buscar outro parceiro caso o TDLC não aprove a fusão. As duas companhias apresentaram a intenção de unir suas operações em 2010, mas uma associação de consumidores do Chile se opôs junto ao tribunal de livre concorrência chileno, que decidiu abrir um processo de investigação.
A fusão entre as empresas ocorreria por meio de troca de ações para criação da Latam Airlines. Pelos termos do acordo firmado em 2010, a família Amaro --controladora da TAM-- terá cerca de 13,5% da Latam, mas seguirá com 80% das ações com direito a voto na TAM Linhas Aéreas, que será uma subsidiária de capital fechado da holding. A família Cueto, atual acionista majoritária da LAN, ficará com ao cerca de 24% da Latam.
O contrato prevê um acordo de acionistas no bloco de controle determinando igual poder de voto para as duas partes. Caso a proposta seja aprovada, a Latam gerará um grupo de companhias aéreas que fornecerá serviços de transporte de passageiros e de carga a mais de 115 destinos em 23 países, através de uma frota de mais de 280 aeronaves e que contará com aproximadamente 40 mil funcionários. Informações do jornal Folha de São Paulo.
Fonte: BN Investe
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